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21/05/2015

ACREDITE SE QUISER: Esclavagismo, disse ele (talvez pensando no Gulag)

Enquanto o camarada Arménio Carlos, o apparatchik de serviço na CGTP, acusa o FMI de ser uma «organização esclavagista» por este no seu último relatório recomendar manter as 40 horas de trabalho nas autarquias e reduzir o número de funcionários da Administração Pública, a 10 mil km de distância na «República Popular Democrática da Coreia» (recorde-se que o camarada Bernardino Soares tem dúvidas se a quinta dos Kim não seria mesmo uma democracia), o governo norte-coreano comandado pelo Kim sobrevivente enviou entre 50 a 60 mil cidadãos para trabalhar em várias indústrias por todo o mundo retendo a maior parte dos salários. Por falar nisso, recorde-se que Cuba, outra «democracia» do mesmo tipo, tem esse hábito há décadas.

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