Our Self: Um blogue desalinhado, desconforme, herético e heterodoxo. Em suma, fora do baralho e (im)pertinente.
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de todas as cores, mas pessoas que compreendam a dimensão profunda da liberdade já reparei que há muito poucas.
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30/07/2026

Dúvidas (369) - O assalto ao gabinete do Dr. Ventura e as trapalhadas do Dr. Neves, serão uma espécie de Reichstagsbrand e de Untermensch no Portugal dos Pequeninos?

O grau zero da democracia em Lisboa 2026 e em Berlim 1933

«Assim está o meu Gabinete esta manhã na Assembleia da República. Alguém estava à procura de alguma coisa e não se coibiu de agir dentro do próprio Parlamento. Não sei ainda se foi roubado algum documento ou não, mas atingimos o grau zero da nossa democracia. (...) desapareceram dois lotes de documentos e duas 'pens' com informação relativa a dois assuntos diferentes». Um dos lotes de documentos estava guardado «numa das pastas que estavam em cima da primeira mesa e referia-se à Comissão Parlamentar de Inquérito ao ministro da Administração Interna». (fonte)

08/08/2025

ACREDITE SE QUISER: Semana de quatro dias, já! E por que não um diploma com a primeira matrícula?

Jornal Eco

Foi esta a conclusão de um inquérito promovido pela Federação Académica do Porto (FAP). O presidente da agremiação diz que «um estudante a tempo inteiro, num curso de licenciatura, dedica cerca de 46 horas por semana às atividades académicas, entre aulas, estudo e avaliações» e conclui que «o modelo atual não responde à realidade de quem trabalha, vive longe ou enfrenta dificuldades socioeconómicas. A implementação da semana de quatro dias é, sem dúvida, um contributo relevante na qualidade de vida dos estudantes universitários». A solução segundo o presidente seria «a inovação pedagógica, através da implementação de métodos de ensino e de avaliação mais adequado».

46 horas por semana? Se acreditar, não posso estar mais de acordo quanto à necessidade de mais uma reforma a juntar à lista do Dr. Gonçalo Matias. É de facto um desperdício de tempo quando comparamos com a reduzida ciência com que uma criatura sai da universidade depois de vários anos de frequência. Porém, não concordo com a solução proposta.

Falando da minha experiência pessoal, nos anos do fássismo gastei pouco mais do que essas 46 horas semanais para fazer uma licenciatura de 5 anos enquanto trabalhava full time. Se naquela época o áctivismo universitário reclamava passagens administrativas, parece justo que o actual reclame o direito ao diploma com a primeira matrícula, isso sim seria uma inovação pedagógica.

27/06/2024

A teoria da conspiração da fuga de Costa para a Óropa era uma premonição


Há cinco anos citei num post a peça "Verdade escondida aos portugueses: António Costa já manobra nos bastidores para ir para Bruxelas", que admiti poder ser mais uma teoria da conspiração. À cautela, porém, sabendo o que a casa gasta, acrescentei que, tratando-se do Portugal dos Pequeninos governado por gente, como a que então nos governava, cujos antecessores fugiram, um do pântano para o olimpo das Nações Unidas e outro da bancarrota e da polícia para a Sorbonne, concluí que à cautela era melhor acolher o que então poderia não passar de uma teoria da conspiração e mais tarde poderia ser uma boa premonição.

Podia ser uma premonição e tudo agora indica que fosse, quando se sabe que os grupos Liberais, Socialistas e PPE chegaram o acordo sobre os nomes para os presidentes da Comissão Europeia e do Conselho Europeu e entre eles encontramos o Dr. Costa que há anos se andava a pôr a jeito. 

A esta luz fica explicado o mistério de uma demissão por razões triviais, demissão que agora se vê ter sido um pretexto para saltar do comboio antes da estação para não perder a oportunidade. Só não foi um golpe perfeito porque S. Ex.ª não aceitou substituí-lo pelo Dr. Centeno, se tivesse aceite teria sido um expediente win-win, assim foi apenas win-lose.

22/03/2024

Até para o Czar Putin é demasiado

O manual «O Exército Russo em Defesa da Pátria» de quase 400 páginas agora publicado pelo departamento de propaganda do Czar Putin é destinado a leitura obrigatória pelos estudantes dos 15 aos 18 anos dos territórios ucranianos ocupados pelo exército russo.

O manual enaltece José Estaline, celebra as vitórias soviéticas na "Grande Guerra Patriótica", a "reunificação da Crimeia com a Rússia" em 2014 e, como não podia deixar de ser, justifica a invasão da Ucrânia a que chama "operação militar especial".

Para justificar a invasão, o manual garante que "foi a Ucrânia e a NATO que planejaram iniciar a guerra" para o que concentraram "um grande número de tropas ucranianas e veículos blindados nas fronteiras". Enumera também exemplos das supostas atrocidades cometidas pelos nazis ucranianos como: "Livros russos foram queimados, monumentos foram destruídos, canções russas e a própria língua russa foram proibidas";  "Cidades nas regiões de Luhansk e Donetsk, onde existia dissidência contra tais políticas, foram bombardeadas por projéteis e foguetes nazistas."

A melhor de toda é porém os "coquetéis de 'sangue russo' eram servidos em restaurantes."

07/03/2024

Put yourself in someone's shoes

I cannot guarantee that these images were not AI-generated or that they could in any way fake. However, they seem credible considering the publicly known aspects of the personalities in question that I associated in the same post, taking into account the admiration that, although not mutual, is quite intense on the part of Mr. Trump.
In any case, se non è vero è ben trovato, or at least I think so and, being one of the owners of the blog, ...

12/11/2022

CASE STUDY: Football is a simple game. Twenty-two men chase a ball for 90 minutes and in the end the English win (this time, they hope)

 

«Lloyd’s of London predicts that England will beat Brazil and emerge victorious at the 2022 FIFA World Cup – with France, Argentina and Spain falling just behind. Lloyd’s is going for a hat-trick of predictions, after correctly identifying Germany and France as winners in 2014 and 2018, respectively, by using a model that ranks the teams according to the collective insurable value of their players

The assessment of each insurable value comprises a variety of metrics such as wages, sponsorships, age and on-field position, said Lloyd’s, noting that the research was published with the support of the Centre for Economics and Business Research (Cebr).

With an estimated insurable value of £3.17 billion (US$3.6 billion), Lloyd’s predicts that England will edge out France, with an insured value of £2.66 billion (US$3.1 billion), and Brazil, £2.56 billion (US$2.9 billion), to claim the top spot. By way of overall comparison, Lloyd’s added, the average insurable value of one England or France player is more than the entire Costa Rica squad.

Using this methodology to play out the tournament in full, the Lloyd’s model predicts England’s Three Lions will finish top of Group B, before securing knock-out wins against Senegal, France, Spain and Brazil. (The World Cup is scheduled to take place in Qatar from Nov. 20 to Dec. 18, 2022)

By Modeling Players’ Insurable Values, Lloyd’s Predicts England Will Win World Cup, Insurance Journal

05/04/2022

BELIEVE IT OR NOT! "An open Eurasia from Lisboa to Valadivostok", says Tsar Vlad's hand man

Realnoe Vremya

Dmitry Medvedev has been one of Vladimir Putin's most trusted men and alternated with him in 2008 in the presidency and was prime minister from 2012 to 2020. 

I can't wait to see the siloviki, apparatchik, oligarchs, kleptocrats and all those people strolling through Chiado and their yachts moored at the Expo marina.

22/04/2021

CASE STUDY: Trumpologia (75) - Uma espécie de balanço do trumpismo por uma portuguesa residente na Trumpolândia

Mais trumpologia.
«No fim-de-semana, quando conversei com as minhas amigas, uma delas disse que estava muito satisfeita com o Biden. A política do Biden tem diferido muito pouco da política do Trump; a maior diferença está no uso do Twitter e outra diferença é o papel da Rússia, que continua a ser vista como inimiga, isto depois de Trump ter visto a Rússia com mais afinidades.

Para mim, o Trump é um enorme paradoxo. Decerto que sem ele não teríamos tanto progresso social tão rápido; mas pagámos bem o preço de tudo o que conquistámos.»
Rita Carreira, neste post de A Destreza da Dúvidas

24/01/2021

As aparências iludem ou de como as craques da bola são mais importantes do que os misters

Os cemitérios do futebol estão cheios de treinadores geniais, como Mourinho ou Jesus, que frequentemente passam de bestiais a bestas numa época. Apesar disso, o mito do mister milagroso resiste tal como o mito dos pilotos geniais de F1 que seriam mais importantes do que tudo o resto.

Para escrutinar o mito, os estaticistas da Economist analisaram em tempos 15 anos de dados da liga inglesa e concluíram que «as chances de um treinador superdotado manter esse sucesso num novo clube são pouco melhores do que um cara ou coroa. A causa provável do “declínio” de treinadores que já foram festejados como Mourinho não é que eles perderam o controle, mas que suas vitórias iniciais foram devidas mais aos jogadores e à sorte do que à sua própria magia».

Para medir os desempenhos dos treinadores tiverem de separar os desempenhos dos jogadores, explorando o filão da série FIFA da Electronic Arts que avalia todos os anos 18.000 jogadores, com base em suas estatísticas e relatórios subjetivos de 9.000 fãs. O resultado é visível no diagrama seguinte evidenciando a maior impacto craques no sucesso das equipas.  


Separados os desempenhos dos jogadores, ressalta o declínio do sucesso dos treinadores à medida que mudam de equipa.

Em relação ao "nosso" Mourinho a conclusão não é diferente.

29/12/2020

CASE STUDY: Trumpologia (72) - That's the end. Yes, it is

Mais trumpologia.

Não, a derrota de Donald Trump não se consumou com as últimas contagens, nem nem com a decisão dos tribunais, incluindo do Supremo Tribunal, de não reconhecer legitimidade às alegações de fraude eleitoral, nem com a votação do Colégio Eleitoral de 306 contra 232. A derrota consumou-se com as palavras do Czar Vladimir Putin numa mensagem a Joseph Robinette Biden Jr. : «Со своей стороны готов к взаимодействию и контактам с вами».

Para que não houvessem dúvidas, num raro voto bipartidário a Câmara anulou ontem o veto do presidente Trump ao projecto de lei militar anual.

16/12/2020

CASE STUDY: Trumpologia (72) - That's the end

Mais trumpologia.

Não, a derrota de Donald Trump não se consumou com as últimas contagens, nem nem com a decisão dos tribunais, incluindo do Supremo Tribunal, de não reconhecer legitimidade às alegações de fraude eleitoral, nem com a votação do Colégio Eleitoral de 306 contra 232. A derrota consumou-se com as palavras do Czar Vladimir Putin numa mensagem a Joseph Robinette Biden Jr. : «Со своей стороны готов к взаимодействию и контактам с вами».

11/12/2020

Um dia como os outros na vida do estado sucial (43) - Nos ucranianos pode-se malhar, nas cadelas é que não

O cidadão ucraniano Ihor Homenyuk foi assassinado por tortura no Aeroporto da Portela por doze inspectores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, durante nove meses não acontece nada e só agora a directora do SEF se demite por decisão própria. Entretanto, o ministro aprovou um regulamento que cria um botão de pânico (se non è vero è ben trovato) no aeroporto e acha que não se deve demitir. O sindicato do pessoal do SEF, a que pertenciam os assassinos, entende que o «episódio sinistro» não se deve aos seus sócios, que sempre respeitaram «princípios humanistas, civilistas e democráticos», mas à falta «há muito tempo» de uma reorganização.

Enquanto isso, um fedelho com 18 anos matou uma cadela à pancada com um chinelo e três anos mais tarde é condenado a 13 meses de prisão, tendo o tribunal relevado a «falta de empatia e compaixão». 

Porquê esta diferença? Porque em relação aos animais o seu estatuto jurídico reconhece «a sua natureza de seres vivos dotados de sensibilidade», enquanto quanto aos ucranianos não há nenhum estatuto jurídico que lhes reconheça essa natureza.

25/11/2020

O melhor piloto de F1 ou um cavaleiro sem cavalo é um peão


Os títulos dos jornais são encomiásticos e o desempenho de Lewis Hamilton é considerado superlativo. Será mesmo? Afinal a Fórmula 1 já se corre há 70 anos e no passado houve pilotos como Juan Manuel Fangio, Jim Clark, Jackie Stewart, Alain Prost e outros. E também não podemos ignorar que o piloto é só um componente do sistema, porventura o mais importante, ainda assim, apenas um componente.

Ao pensar nisso, lembrei-me de ter lido há algum tempo o resultado de uma análise estatística dos dados históricos dos Grandes Prémios desde 1950 para estimar a importância relativa do carro e do condutor para o sucesso, usando um modelo matemático, baseado num estudo de Andrew Bell, da Universidade de Sheffield, que converte ordens de chegada em pontos e ajusta essas pontuações com vários factores incluindo o desempenho anterior de outros pilotos na corrida. Em seguida, divide os pontos entre o carro/equipa, os pilotos e todos os outros factores. O diagrama que sintetiza as conclusões mostra que a partir dos anos noventa os carros/equipas tendem a ter mais importância nos resultados, nomeadamente nos seis últimos anos em que a Mercedes se superiorizou claramente a todos as outras escuderias.

Engineers, not racers, are the true drivers of success in motor sport

Corrigida a pontuação com o referido método, o ranking dos pilotos é completamente diferente e no topo lá temos os velhos Fangio, Clark e Prost, e o "fenómeno" desceu para um menos fulgurante sexto lugar.

22/11/2020

CASE STUDY: Trumpologia (71) - Os advogados do presidente Trump alegam que Biden ganhou as eleições graças às máquinas de votação e ao software de empresas venezuelanas ligadas a George Soros

Mais trumpologia.

Agora é oficial. A equipa jurídica do presidente Trump liderada por Rudy Giuliani apresentou na conferência de imprensa de quinta-feira passada uma abundante argumentação visando provar que as eleições foram fraudulentas. Para evitar distorções dos mídia vendidos a Biden e aos democratas, ou seja toda a imprensa, incluindo a Fox News que já se passou para o campo inimigo, cito a Breitbart, a única fonte reconhecida pela campanha do presidente Trump, que descreveu os nove pontos principais apresentados por Giuliani para fundamentar a fraude eleitoral.

Sem querer diminuir os outros pontos, o número 8 é uma extraordinária alegação, to say the least, que só por si explica os suores de Giuliani:
«As máquinas de votação e software são alegadamente propriedade de empresas com ligações ao regime venezuelano e ao doador de esquerda George Soros.  Sidney Powell argumentou que os votos dos EUA estavam sendo contados no exterior, e que as máquinas de votação Dominion e o software Smartmatic eram controlados por interesses estrangeiros, manipulando algoritmos para alterar os resultados. Powell observou especificamente que os proprietários da Smartmatic incluíam dois cidadãos venezuelanos, que ela alegou terem ligações com o regime de Hugo Chávez e Nicolas Maduro.»

11/09/2020

NÓS VISTOS POR ELES: S. Ex.ª e o nosso primeiro masturbam-se durante as reuniões? Pergunta uma emigrada em Houston

«The campaign for the Presidential election seems to have started in Portugal. It is absolutely appaling how the media carries Marcelo Rebelo de Sousa. This is not free press; it's a Public Relations machine. Then we have to put up with the public displays of affection between the Prime Minister and the President. Do they jack each other off during their meetings? If they don't, they sure look like they'd like to.»

03/03/2020

ACREDITE SE QUISER: A "senhora lá de casa" e a senhora jornalista

Há uns dois meses a jornalista Judite Sousa publicou uma foto da mãe, da irmã e da empregada doméstica com uma legenda em que se referida à empregada como "a senhora cá de casa". Foi o suficiente para a turba de patetas que povoam as redes sociais se indignarem, sabe-se lá porquê.

Lembrei-me desta parvoíce ao colidir com um acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 11-12-2019 que se derrama por 76 (setenta e seis) páginas A4 para confirmar a decisão da primeira instância, condenando por ofensas à honra de uma jornalista uma criatura que lhe disse «A senhora devia tomar mais banho, cheira mal!» e se referiu a ela como «Aquela jornalista com mau aspecto».

No primeiro caso, a senhora jornalista foi insultada por se ter referido à senhora empregada de uma forma invulgarmente respeitosa. No segundo caso, juízes condenaram uma criatura a indemnizar 8 mil euros a título de danos morais a uma senhora jornalista, sem cuidarem de saber se a senhora cheirava de facto mal e tinha realmente mau aspecto.

28/01/2020

ACREDITE SE QUISER: Luanda Leaks made in Luanda. Se non è vero, è ben trovato

«Manuel Vicente, é o maior rico entre todos os ricos angolanos, vence Isabel dos Santos e todos os demais bilionários que em Angola se acham. Manuel Vicente é o imenso craque do Luanda Leaks», garante o jornal online ANGOLA24HORAS, explicando que «o projecto do Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação que colocou de rastos a figura internacional de Isabel dos Santos foi premeditado por Manuel Vicente».

Eu não garanto nada e até desconfio do tom encomiástico da peça que cheira a higienização da folha da Sr.ª Eng. Dos Santos, a Princesa Isabel. Ainda assim, dado o contexto da luta entre cleptocratas, nunca se sabe.

23/01/2020

De como o Mosquito de João Nuno Pinto é um exemplo a posteriori para o Otto e mezzo de Fellini

O realizador João Nuno Pinto confessou ao Público que Mosquito, o seu segundo filme, apresentado ontem na abertura do festival de Roterdão, «é uma forma de me redimir por ser filho de colonizadores».

Devemos relevar este propósito redentor de expiar a culpa dos pais colonizadores, por várias razões. E uma delas é que o mesmo jornal, precisamente no mesmo dia, anunciava que Fellini «vai estar no centro da programação da 13.ª edição da Festa do Cinema Italiano, que terá lugar de 1 a 9 de Abril».

Não será preciso explicar quem foi Federico Fellini, e não deveria ser indispensável lembrar que é italiano, nascido em Rimini,  o que faz dele um descendente dos colonizadores romanos da Lusitânia. Por coincidência, foi no fórum de Rimini que Júlio César apelou às legiões depois de ter atravessado o Rubicão.

A morte de Viriato, um herói da luta anticolonial, de José de Madrazo
É aqui que entra o Mosquito, João Nuno Pinto e a sua superioridade moral e da sua obra sobre um Fellini que em nenhum do seus filmes expiou a culpa das legiões romanas pela ocupação da Lusitânia, o massacre e escravização dos lusitanos, o que deveria e poderia muito bem tê-lo feito, por exemplo no auto-biográfico Otto e mezzo, em vez de celebrar as abundantes bundas e gloriosas tetas, como fez em muitos dos seus filmes, por exemplo em Amarcord, aqui devidamente evocado pelo outro contribuinte.