Agora é oficial. A equipa jurídica do presidente Trump liderada por Rudy Giuliani apresentou na conferência de imprensa de quinta-feira passada uma abundante argumentação visando provar que as eleições foram fraudulentas. Para evitar distorções dos mídia vendidos a Biden e aos democratas, ou seja toda a imprensa, incluindo a Fox News que já se passou para o campo inimigo, cito a Breitbart, a única fonte reconhecida pela campanha do presidente Trump, que descreveu os nove pontos principais apresentados por Giuliani para fundamentar a fraude eleitoral.
Sem querer diminuir os outros pontos, o número 8 é uma extraordinária alegação, to say the least, que só por si explica os suores de Giuliani:
«As máquinas de votação e software são alegadamente propriedade de empresas com ligações ao regime venezuelano e ao doador de esquerda George Soros. Sidney Powell argumentou que os votos dos EUA estavam sendo contados no exterior, e que as máquinas de votação Dominion e o software Smartmatic eram controlados por interesses estrangeiros, manipulando algoritmos para alterar os resultados. Powell observou especificamente que os proprietários da Smartmatic incluíam dois cidadãos venezuelanos, que ela alegou terem ligações com o regime de Hugo Chávez e Nicolas Maduro.»