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| Eurostat |
Lema: A verdade é como o azeite, precisa de um pouco de vinagre.
Pensamento em curso: «Em Portugal, a liberdade é muito difícil, sobretudo porque não temos liberais. Temos libertinos, demagogos ou ultramontanos
de todas as cores, mas pessoas que compreendam a dimensão profunda da liberdade já reparei que há muito poucas.» (António Alçada Baptista)
The Second Coming: «The best lack all conviction, while the worst; Are full of passionate intensity» (W. B. Yeats)
24/03/2023
02/01/2021
CAMINHO PARA A INSOLVÊNCIA: Depois não se queixem (actualização)
Em 2011 com o pedido de resgate (pelo PS) foi negociado e aceite (pelo PS) um memorando de entendimento que incluía a medida «3.44. Reorganizar a estrutura da administração local. Existem actualmente 308 municípios e 4.259 freguesias. Até Julho 2012...»
Pressionados pelos aparelhos do PSD e CDS, o governo não conseguiu mexer nas câmaras, mantendo o absurdo de 117 câmaras em concelhos com menos de 10 mil habitantes. Mas fê-lo nas freguesias reduzindo o seu número para 3.091.
Vem agora o governo socialista do Dr. Costa, pela boca da ministra da Modernização do Estado, fazer o Estado recuar 10 anos com a criação de 600 freguesias.
É nisto que consistem as "reformas" socialistas e o seu racional é muito simples: fazer a freguesia eleitoral feliz aumentando o número de lugares disponíveis para colocar alguns milhares de apparatchiks. Cada nova freguesia dará entre 9 a 19 lugares na assembleia de freguesia e entre 1 a 7 lugares na junta de freguesia. Se a média das novas freguesias andar pelos 15 novos lugares, o PS oferecerá 9 mil novos lugares para apparatchiks.
Sem surpresa, os comunistas aproveitaram a boleia e apresentaram uma das suas facturas para se absterem na votação do OE 2021: querem mais 100 mil funcionários públicos em quatro anos e 25 mil já em 2021. O governo PSD-CDS reduziu 70 mil funcionários entre 2011 e 2015 e passou 660 mil ao PS que, mesmo sem ultimatos do PCP, os aumentou para 700 mil em 2019 e 705 mil em Junho deste ano, mais 15 mil em 12 meses. Imagine-se esses batalhões propostos pelos comunistas em cima de todo este exército de utentes da vaca marsupial pública. Ficará um exército eleitoral imbatível da esquerdalhada, a ser pago com o resultado da mineração do guito europeu em que o PS se está a especializar.
07/10/2020
CAMINHO PARA A INSOLVÊNCIA: Depois não se queixem
Em 2011 com o pedido de resgate (pelo PS) foi negociado e aceite (pelo PS) um memorando de entendimento que incluía a medida «3.44. Reorganizar a estrutura da administração local. Existem actualmente 308 municípios e 4.259 freguesias. Até Julho 2012...»
Pressionados pelos aparelhos do PSD e CDS, o governo não conseguiu mexer nas câmaras, mantendo o absurdo de 117 câmaras em concelhos com menos de 10 mil habitantes. Mas fê-lo nas freguesias reduzindo o seu número para 3.091.
Vem agora o governo socialista do Dr. Costa, pela boca da ministra da Modernização do Estado, fazer o Estado recuar 10 anos com a criação de 600 freguesias.
É nisto que consistem as "reformas" socialistas e o seu racional é muito simples: fazer a freguesia eleitoral feliz aumentando o número de lugares disponíveis para colocar alguns milhares de apparatchiks. Cada nova freguesia dará entre 9 a 19 lugares na assembleia de freguesia e entre 1 a 7 lugares na junta de freguesia. Se a média das novas freguesias andar pelos 15 novos lugares, o PS oferecerá 9 mil novos lugares para apparatchiks.
Sem surpresa, os comunistas aproveitaram a boleia e apresentaram uma das suas facturas para se absterem na votação do OE 2021: querem mais 100 mil funcionários públicos em quatro anos e 25 mil já em 2021. O governo PSD-CDS reduziu 70 mil funcionários entre 2011 e 2015 e passou 660 mil ao PS que, mesmo sem ultimatos do PCP, os aumentou para 700 mil em 2019 e 705 mil em Junho deste ano, mais 15 mil em 12 meses. Imagine-se esses batalhões propostos pelos comunistas em cima de todo este exército de utentes da vaca marsupial pública. Ficará um exército eleitoral imbatível da esquerdalhada, a ser pago com o resultado da mineração do guito europeu em que o PS se está a especializar.
06/10/2017
CAMINHO PARA A INSOLVÊNCIA: Here we go again (16)
É tão notório que a CE não pode deixar de registar.
12/07/2017
CAMINHO PARA A INSOLVÊNCIA: Here we go again (15)
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| INE: Estatísticas do Comércio Internacional, Maio 2017 |
«O défice da balança comercial de bens situou-se em 1 438 milhões de euros em maio de 2017, o que representa um aumento de 503 milhões de euros face ao mês homólogo de 2016. Excluindo os Combustíveis e lubrificantes a balança comercial atingiu um saldo negativo de 1 074 milhões de euros, correspondente a um aumento de 344 milhões de euros em relação ao mesmo mês de 2016.»
No trimestre terminado em Maio relativamente ao período homólogo de 2016 as importações aumentaram 2.529 milhões de euros. Mais de metade deste valor são bens de consumo.
Felizmente, o aumento das exportações e o aumento do turismo permitirão manter positivo o saldo da balança comercial. Por muito que o governo da geringonça se enfeite com isso, teremos de agradecer o aumento das exportação à melhoria da conjuntura internacional e às medidas do governo anterior e o aumento do turismo ao Estado Islâmico. Oremos para que não tenhamos de agradecer ao governo da geringonça dar cabo das contas externas apesar disso.
09/06/2017
CAMINHO PARA A INSOLVÊNCIA: Here we go again (14)
«Importações disparam 10,8% em abril. Défice comercial agrava»
08/06/2016
CAMINHO PARA A INSOLVÊNCIA: Here we go again (13)
Para manter uma idade média em torno de 10 anos precisaremos de importar anualmente em média 700 mil veículos, algo que no mínimo representará uns 4 anos de exportações da AutoEuropa ou uns 6% do PIB ou o equivalente a duas vezes o défice público máximo admitido nos tratados.
20/04/2016
CAMINHO PARA A INSOLVÊNCIA: Here we go again (12)
Os saldos das contas externas pela primeira em décadas começaram a ser positivos desde 2013. Segundo o Eurostat, voltaram a registar-se défices crescentes: -0.01, -0.23, -0.16, -0.43 pontos percentuais do PIB de Novembro a Fevereiro. Convém recordar-se que défices nas contas externas significam um aumento da dívida total pública e privada ao estrangeiro – a dívida total líquida que no final de 2013 foi de 99,9% do PIB subiu para 101,5% dois anos depois (Fonte: Pordata).
Tudo isto já seria preocupante se a economia estivesse a crescer o que a gerigonça projectou (1,8%). Acontece que todas as outras previsões são inferiores, desde o FMI com 1,4% até à CE com 1,6%, passando pelo BdeP com 1,5% e a realidade está aí para atropelar a geringonça porque, segundo a estimativa do ISEG, o crescimento homólogo no 1.º trimestre deste ano foi ainda inferior (1,1%).
Quem já percebeu tudo foi a CE que no Post-Programme Surveillance Report, Winter 2015/2016 identificou a necessidade de medidas adicionais. Costa volta a meter a cabeça na areia e nega, argumentando que execução orçamental nos primeiros meses do ano registou um excedente – pois claro, as medidas do «re» ainda não estavam a produzir efeitos na despesa.
Onde é que já vimos este filme, com outros protagonistas mas o mesmo enredo e a mesma produção?
Há quem pense que em 2011 o problema estava nas agências de rating, em Angela Merkel, etc., e depois passou a estar na troika e no governo «neoliberal» e agora está em Bruxelas. É mais ou menos o mesmo que um bêbado crónico pensar que o seu problema é a família que quer interná-lo na Casa de Saúde do Telhal e o médico que quer que ele beba água em vez de briol e, não fora uma e outro, ele viveria feliz para sempre.
11/02/2016
SERVIÇO PÚBLICO: O efeito geringonça (2)
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| Yield das OT a 10 anos (Fonte:Bloomberg) |
Centeno: “Não serão necessárias mais medidas”. Eurogrupo: “Portugal vai tomar mais medidas se necessário”
09/02/2016
24/12/2015
CAMINHO PARA A INSOLVÊNCIA: Here we go again (11)
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| Fonte: Contas Nacionais Trimestrais Por Setor Institucional (Base 2011) 3º Trimestre de 2015, INE |
19/12/2015
CAMINHO PARA A INSOLVÊNCIA: Here we go again (10)
Primeira notícia: em menos de um mês os dois maiores armadores mundiais de porta-contentores (Maersk e Hapag-Lloyd) anunciaram que deixariam de usar o porto de Lisboa devido à frequência e duração das greves. Para já passarão a utilizar a apenas o porto de Leixões, até ver. Sabendo-se como é crucial aumentar o volume de exportações – agora ainda mais com as políticas de incentivo ao consumo da geringonça – são más notícias.Segunda notícia: «Os imigrantes a viver no nosso país são mais empreendedores do que os portugueses, mostram as estatísticas. Produzem riqueza, criam emprego e contribuem para a Segurança Social. Conheça os números (e as histórias) que fazem o preconceito corar de vergonha».
25/09/2015
CAMINHO PARA A INSOLVÊNCIA: Here we go again (9) - O último a sair apaga a luz e paga a conta
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| Fonte: PORDATA |
Depois do susto dos primeiros sinais da crise a taxa de poupança das famílias aumentou significativamente, voltou a diminuir por via da «austeridade» e recomeçou a recuperar a partir de 2011. No 2.º trimestre deste ano a taxa de poupança das famílias baixou de 5,8% no 1.º trimestre para 5% do rendimento disponível, ou seja o rácio antes da bancarrota.
A capacidade de financiamento das famílias baixou igualmente de 2,7% no 1.º trimestre para 2,1% do Produto Interno Bruto (PIB) nos 12 meses anteriores.
(Fonte: Contas Nacionais Trimestrais por Setor Institucional, INE)
Com o governo PS a estimular o consumo podemos pedir a troika para não arrumar os papéis e não desfazer as malas.
23/07/2015
CAMINHO PARA A INSOLVÊNCIA: Here we go again (8) - Que se lixem as eleições
Um varrimento rápido pelas Estatísticas da Balança de Pagamentos e da Posição de Investimento Internacional publicadas esta semana pelo BdeP confirma a deterioração das contas externas com saldos negativos até Maio de mais de 100 milhões, saldos que no período homólogo do ano passado foram positivos de quase 370 milhões.
As razões podem encontrar-se (Estatísticas do Comércio Internacional, Maio 2015 do INE) no aumento das importações de bens (homólogo de 6,2% até Maio) nomeadamente nas categorias de Automóveis (crescimento homólogo nos últimos 3 meses de Março a Maio de 37,5%) e Bens de consumo (idem 16,3%). Surpreendentemente, dada a queda dos preços do petróleo, até na categoria de Combustíveis-Produtos Primários se verificou um aumento homólogo de 30,3%.
O que não é nada surpreendente é o aumento de 32,8% do número de carros vendidos no 1.º semestre em relação ao mesmo período do ano passado. Assim como não é surpreendente o aumento superior a 50% dos novos empréstimos para compra de habitação até Maio. Tanto no caso dos carros como no caso das casinhas, são sinais evidentes que vivemos acima das nossas posses.
Que se lixem as eleições, ou, mais exactamente, o governo a pretexto de ganhar as eleições está a ajudar que nos lixemos.
08/03/2015
CAMINHO PARA A INSOLVÊNCIA: Here we go again (7)
O que posso dizer sobre isto? Nada que não tenha já dito. Vou por isso repetir-me.
É certo que, com cerca de 4,5 milhões de veículos de passageiros em circulação com uma idade média de quase 12 anos, 187 mil novos veículos por ano são insuficientes para a renovação do parque automóvel que careceria de 400 – 500 mil por ano. Contudo, se por um lado cada novo automóvel significa pelo menos dezena de milhar de euros no saldo da balança comercial, por outro o parque automóvel português é desproporcionado em relação à população e ao poder de compra quando se compara com as médias europeias. É o resultado de incentivos errados desde a adopção do Euro: crédito artificialmente barato e fácil.
Com um parque com a dimensão actual, para se ter uma idade média compatível com a segurança – por exemplo 8 anos – seria necessário importar mais de meio milhão de carros novos todos os anos, ou seja uma quantia astronómica superior ao défice de 2013 ou a 3 anos de exportações da AutoEuropa. Mais um sinal de vivermos acima das nossas posses.Disso resulta que, não se podendo reproduzir a primeira década prodigiosa deste século, por nos faltar o crédito externo, ou importamos menos automóveis e reduzimos gradualmente o parque automóvel à dimensão da nossa capacidade de o pagar ou aumentamos a exportação de outros bens. Sol na eira e chuva no nabal não será possível.
27/11/2014
Pro memoria (208) - O lóbi do regime do Estado clientelar reorganiza-se e contra-ataca (1)
«Não tenho dúvidas que este caso tem também contornos políticos", lê-se numa carta ontem enviada pelo advogado de José Sócrates, João Araújo, à TSF.»
«Daniel Proença de Carvalho acusou ontem (na TSF) Carlos Alexandre de ser o "super juiz dos tablóides" e lembrou que o magistrado, que agora em mãos o processo de Sócrates, "já podia ter sido promovido à Relação. Mas não, ele gosta é de estar naquele tribunal. E realmente compreende-se, o poder é tão grande".»
(Fonte: Económico)
Continua dentro de momentos
14/11/2014
CAMINHO PARA A INSOLVÊNCIA: Here we go again (6)
«O défice comercial português está a agravar-se 1,1 mil milhões de euros face ao ano passado. Uma evolução mais lenta das exportações não ajuda, mas o principal responsável é o crescimento das importações, motivado pela recuperação do consumo.
O que está a acontecer ao saldo comercial português? Estaremos a assistir a um retrocesso em relação às melhorias dos últimos dois anos? Os primeiros nove meses de 2014 trouxeram um agravamento de 1.111 milhões.
Importações aproximam-se dos níveis pré-troika.»
[Fonte: Negócios]
Quem é que se queixava que não havia crescimento porque o consumo não aumentava? Será muito difícil perceber que com a estrutura da procura privada em Portugal um aumento do consumo interno se repercute quase integralmente no aumento das importações?
15/09/2014
CAMINHO PARA A INSOLVÊNCIA: Here we go again (5)
Não é preciso procurar muito para encontrar a causa principal da degradação. O aumento das importações na rubrica Material de Transporte e Acessórios foi de 422 milhões de euros, quase exactamente o aumento do défice.
Quando se vê a tendência dos saldos negativos da balança comercial (bens e serviços) desde 1996 e se constata que rondaram em média os 10 mil milhões de euros (dos quais em média 15 mil milhões correspondentes a bens), percebe-se que são esses défices acumulados que geraram uma das maiores dívidas ao exterior em todo o mundo. E percebe-se que as melhorias iniciadas em 2011 que culminaram com um superavit de quase 3 mil milhões em 2013 (salvo erro, o segundo ou terceiro em mais de um século) estão em vias de se esfumar.E se houvesse dúvida, os dados do Eurostat divulgados esta manhã confirmam que nos primeiros 7 meses o défice comercial foi o quarto percentualmente mais elevado na UE, atingindo 5 mil milhões de euros. Em apenas 7 meses foi invertida a recuperação das contas externas dos últimos 3 anos.
Se a isto adicionarmos um ano de eleições e um provável governo socialista hipotecado a promessas irresponsáveis, iremos ter saudades de troika e podemos começar a preparar o seu regresso.
18/06/2014
CAMINHO PARA A INSOLVÊNCIA: Here we go again (4)
É certo que, com cerca de 4,5 milhões de veículos de passageiros em circulação com uma idade média superior a 11 anos, 144 mil novos veículos por ano (correspondentes ao 60 mil até Maio) são insuficientes para a renovação do parque automóvel que careceria de 400 – 500 mil por ano. Contudo, se por um lado cada novo automóvel significa pelo menos dezena de milhar de euros no saldo da balança comercial, por outro o parque automóvel português é desproporcionado em relação à população e ao poder de compra quando se compara com as médias europeias. É o resultado de incentivos errados desde a adopção do Euro: crédito artificialmente barato e fácil.
Com um parque com a dimensão actual, para se ter uma idade média compatível com a segurança – por exemplo 8 anos – seria necessário importar mais de meio milhão de carros novos todos os anos, ou seja uma quantia astronómica superior ao défice de 2013 ou a 3 anos de exportações da AutoEuropa. Mais um sinal de vivermos acima das nossas posses.Disso resulta que, não se podendo reproduzir a primeira década prodigiosa deste século, por nos faltar o crédito externo, ou importamos menos automóveis e reduzimos gradualmente o parque automóvel à dimensão da nossa capacidade de o pagar ou aumentamos a exportação de outros bens. Sol na eira e chuva no nabal não será possível.
21/05/2014
CAMINHO PARA A INSOLVÊNCIA: Here we go again (3)
Depois de três trimestres consecutivos a crescer, o PIB caiu 0,7% no 1.º trimestre deste ano, por razões que não têm muito a ver com as explicações do governo. É certo que se reduziram as exportações de combustíveis da GALP (paralisação técnica da refinaria de Sines); não é certo que as exportações da AutoEuropa se tenham reduzido e, em qualquer caso, o facto determinante terá sido o aumento de mais de 8% das importações.
O consumo privado (sobretudo de bens duradouros) continuou a aumentar, ao passo que a Formação Bruta de Capital Fixo registou reduções. É particularmente preocupante o comportamento da FBCF em máquinas e equipamentos que continua anémica, sendo certo que a indispensável recuperação do investimento terá a curto prazo um impacto negativo nas contas externas a somar ao aumento da importação de automóveis e bens de consumo, inevitável com o cheiro a fim de austeridade e a excitação dos animal spirits consumistas.
Estará a recuperação da economia comprometida? Não necessariamente. Mas a um ano da eleições, com o governo que começou por dizer estar nas tintas para as eleições e acabou a deixar-se condicionar pelo calendário eleitoral, as perspectivas não são famosas.







