Com um défice orçamental nominal de 8-9%, o rácio da dívida pública do Brasil de Lula da Silva tem vindo a crescer de 62% em 2010, sendo actualmente quase o dobro da média dos rácios dos países latino-americanos, e o FMI estima que em 2030 atingirá 99%.
Lema: A verdade é como o azeite, precisa de um pouco de vinagre.
Pensamento em curso: «Em Portugal, a liberdade é muito difícil, sobretudo porque não temos liberais. Temos libertinos, demagogos ou ultramontanos
de todas as cores, mas pessoas que compreendam a dimensão profunda da liberdade já reparei que há muito poucas.» (António Alçada Baptista)
The Second Coming: «The best lack all conviction, while the worst; Are full of passionate intensity» (W. B. Yeats)
14/03/2026
CASE STUDY: Um imenso Portugal (67) - Um Brasil igual ao Chile e mais do que Alemanha
Com um défice orçamental nominal de 8-9%, o rácio da dívida pública do Brasil de Lula da Silva tem vindo a crescer de 62% em 2010, sendo actualmente quase o dobro da média dos rácios dos países latino-americanos, e o FMI estima que em 2030 atingirá 99%.
02/10/2024
CASE STUDY: Um imenso Portugal (66) - O problema maior deles (e o nosso) é a mediocridade
04/09/2024
CASE STUDY: Um imenso Portugal (65) - O regime petista de Lula é uma ameaça à liberdade de expressão
05/05/2023
SERVIÇO PÚBLICO: América Latina, um enorme Portugal. Portugal uma pequena América Latina
1 – O populismo demagógico foi muito evidente ao longo do último século numa região onde imperam democracias incompletas e ditaduras – caudilhos e juntas militares, ditadores socialistas e movimentos marxistas de “libertação” ou pseudo-ideologias indígenas. (...)
Lula é um exemplo de um político que pretende ser uma figura mundial e que, como outros (e.g. Macron), usa essa pretensão para ser popular e fugir da resolução dos problemas reais. Desde que foi eleito já apresentou o que julga serem propostas de um grande líder: uma moeda única com a Argentina e outros países da América Latina, e outra com a China, Índia e outros países asiáticos. O que as propostas demonstram é que Lula não faz a mínima ideia do que implica uma moeda única e as condições que requer em termos de políticas públicas. (...)
2 – A corrupção generalizada na América Latina também contribui para o declínio da região. O problema não são só os casos de corrupção económica ou de fraude eleitoral, mas especialmente a cultura de permissividade e de aceitação que lhes estão associados. (...)
A passividade e a permissividade da população para com a corrupção reflecte-se na aceitação acrítica de que o Estado seja cada vez maior. Quanto mais cresce o Estado maiores são as oportunidades de corrupção a todos os níveis, quer a grande organizada pelo poder político e empresas públicas, quer a pequena que abrange todos os sectores da sociedade. (...)
3 – A ideologia igualitária que mina a região é talvez a principal razão para o seu declínio. O igualitarismo é pior porque assenta numa percepção errada: confunde justiça com igualdade e essa confusão contribui para o atraso ao resultar na manutenção da pobreza. A promoção do igualitarismo até pode ter uma boa intenção, mas apenas cria injustiça pois em vez de se focar em ajudar os mais necessitados interfere com a vida de todos para obter a igualdade.
O engano parte de uma frase que é comum ouvirmos e que é apelativa, mas que também é literalmente falsa: “as desigualdades são chocantes”. Na América Latina existe uma classe média maioritária que vive relativamente bem e esse modo de vida não é chocante quando comparado com a pobreza. O que choca na América Latina não são as desigualdades, mas a pobreza e a falta de acesso de uma parte da população a condições básicas como saneamento, higiene, ruas limpas e uma habitação condigna. (...)
O exemplo da Venezuela mostra que a procura por igualdade não elimina a pobreza. Muito pelo contrário, a procura de igualdade “perpétua” a pobreza. Esta motivação ideológica dura há muitas décadas e esteve sempre a par com o declínio relativo da América Latina.»
«América Latina, um século de declínio e um aviso a Portugal», Ricardo Pinheiro Alves no jornal Eco
26/02/2023
CASE STUDY: Um imenso Portugal (64) - Na melhor hipótese o anúncio da moeda única foi apenas um sound bite de dois presidentes esquerdistas, na pior seria um desastre
11/01/2023
CASE STUDY: Um imenso Portugal (63) - Chuva na eira e sol no nabal
| Uma manifestação de alucinação colectiva (Estado de Minas) |
Dilatados pelo calor (temperaturas em Brasília entre 23º e os 28º) milhares de admiradores e saudosos de Jair Bolsonaro fizeram um enorme favor a Lula e ao seu PT fazendo esquecer o seu passado corrupto e alienando algumas políticas públicas aproveitáveis do governo anterior. É uma espécie de maldição que uma governação aceitável seja executada por personagens deploráveis que agora dão lugar a outras igualmente deploráveis que executarão políticas inaproveitáveis. Pior é difícil.
04/01/2023
CASE STUDY: Um imenso Portugal (62) - Imelda Marcos em Brasília e os pássaros da mesma pena que voam juntos
| Pássaros da mesma pena voam juntos |
| Uma caldeirada com 37 ministros de 9 partidos e independentes |
« (...) o Ministério com forte viés esquerdista e de políticos sem experiência positiva. Lula da Silva quer prestigiar a ex-Presidente Dilma Roussef e teria a convidado para a embaixada em Lisboa. (...)
Comenta-se que a mulher de Lula da Silva, Janja, vai ter muita influência no governo. Teria até uma sala no Planalto. Os críticos já a chamam de «Imelda Marcos de Brasília».
Aristóteles Drummond no Jornal Nascer do Sol
23/12/2022
CASE STUDY: Um imenso Portugal (61) - Não basta ver de camarote
Referindo-se ao governo Bolsonaro que sucedeu aos governos do PT e será sucedido por outro presidido por Lula de Silva, António Tabet, um dos elementos do Porta dos Fundos, o grupo brasileiro equivalente ao Gatos Fedorentos, que produz um humor fortemente politizado, disse em entrevista ao Expresso:
«Para vocês foi ótimo, conseguiram ver de camarote o que seria um Governo do Chega. Não precisam de passar por aquilo, já viram o que é que é.»
Não estou seguro da razão de António Tabet. Afinal, nós portugueses, vimos do camarote o que seria um governo do PS, durante quase catorze anos desde 2003 até 2016 em que o Brasil foi governado pelo PT pela mão de Lula da Silva e Dilma Rousseff e capturado por uma gigantesca máquina de corrupção, e isso não nos serviu de nada e estamos a ser governados há seis anos pelo PS do Dr. Costa & Cia.
31/10/2022
CASE STUDY: Um imenso Portugal (60) - Os pobres e analfabetos funcionais votam em quem dá mais garantias de assim continuarem
A pobreza e o pêtismo de mãos dadas
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| Fonte |
CASE STUDY: Um imenso Portugal (59) - A vitória do candidato dos pobres e analfabetos funcionais garantirá que continuarão pobres e analfabetos funcionais
| Folha de S. Paulo |
30/10/2022
CASE STUDY: Um imenso Portugal (58) - Hoje é a segunda volta e a escolha dos brasileiros só pode o menor dos males
| mais liberdade |
O que se passou com a economia brasileira entre 2003 e 2016 é comparável ao que se vem passando com a portuguesa desde 1995, exceptuando o período 2011-2014 de resgate pela troika que foi uma sequela da governação do Eng. Sócrates, amigo do Sr. Lula.
09/09/2022
DIÁRIO DE BORDO: Elegeram-no? Então aguentem outros cinco anos de TV Marcelo (10) - Adereço na campanha d'O Imbrochável
01/09/2021
Dúvidas (318) - Se não fosse o Pedro Álvares seria outro qualquer. E se não fosse nenhum? Os "povos indígenas" já teriam descoberto a escrita?
Um dia destes foi queimada uma estátua de Pedro Álvares Cabral no Rio de Janeiro. «O ato, reivindicado pelo coletivo indígena Uruçu Mirim, aconteceu na madrugada de terça-feira (24), data em que o Supremo Tribunal Federal (STF) reinicia o julgamento do Marco Temporal, que pode representar um retrocesso sem precedentes para os povos indígenas.» (fonte)
Provavelmente o "ato" é mais um facto da política interna brasileiro com pouca relação com a (im)potência colonial que há 521 anos chegou a esse imenso Portugal, como lhe chamou Chico Buarque no Fado Tropical. Em qualquer caso, não terá sido por acaso que o coletivo indígena se lembrou de pegar fogo àquela estátua.
Ninguém se interrogou do que teria sido o imenso Portugal sem o descobrimento pelo pequeno Portugal. Poderia ter sido melhor se tivessem tido outra potência colonial, mas o que teria sido na hipótese académica de ainda nenhum povo civilizado os ter descoberto? Talvez não fosse muito diferente do que aconteceria na Jangada de Pedra se os romanos não a tivessem colonizado.
14/04/2021
Dúvidas (304) - Porque escrevem os jornalistas tantas mentiras?
«Por que o Brasil é hoje o pior país do mundo na pandemia?»
Não, o Brasil não é o pior pais do mundo na pandemia. O Brasil de Bolsonaro é apenas o 41.º país em número de casos por milhão, bem atrás de Portugal do Dr. Costa (17.º), da Bélgica (18.º), Espanha (27.º) e até dos EUA de Biden, e é o 15.º país em número de mortos por milhão, atrás da Bélgica (9.º) , Itália (12.º) e quase ex aequo com o Portugal do Dr. Costa e os EUA de Biden.
26/03/2021
ARTIGO DEFUNTO: Se o Brasil é em Março uma bomba-relógio o que foi Portugal em Fevereiro?
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| Entrevista do neurologista brasileiro Miguel Nicolelis ao Expresso / Dados do wordometers |
06/12/2020
CASE STUDY: Um imenso Portugal (57) - Estarão os populismos brasileiros a esvaziar-se?
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| Partidos com mais prefeitos (fonte) |
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| Partidos com maiores ganhos e partidos com maiores perdas (fonte) |
22/05/2020
As luminárias das esquerdas têm sonhos húmidos com pandemias e catástrofes em geral (e até ejaculações)
No post anterior dei vários exemplos de luminárias com sonhos húmidos e acrescento agora uma luminária de referência das luminárias de esquerda que foi além do sonho e teve uma ejaculação.
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| Vídeo |
03/05/2020
ARTIGO DEFUNTO: A mente do jornalista infectada pela excitação anti-fássista (2)
30/04/2020
ARTIGO DEFUNTO: A mente do jornalista infectada pela excitação anti-fássista
«Encurralado, Bolsonaro não teve outro remédio senão dar o braço a torcer. E cancelou a nomeação do amigo para diretor geral da Polícia Federal.
Ao mesmo tempo, o Brasil tornou-se o primeiro país do mundo a ultrapassar um milhão de infetados pelo Covid 19.»
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| worldometer |
29/04/2020
CASE STUDY: Um imenso Portugal (56) - Como destruir um capital político
Em Janeiro de 2019 Jair Bolsonaro ganhava as eleições presidenciais com uma maioria de 58 milhões de votos, derrotando um PT minado pela corrupção, com Lula preso e desacreditado. Dezasseis meses e muitos erros depois, Jair Bolsonaro destruiu uma fracção do seu capital político e está a ser abandonado por parte do seu eleitorado que já nem se opõe ao impeachment. Só se pode queixar dele próprio.











