Our Self: Um blogue desalinhado, desconforme, herético e heterodoxo. Em suma, fora do baralho e (im)pertinente.
Lema: A verdade é como o azeite, precisa de um pouco de vinagre.
Pensamento em curso: «Em Portugal, a liberdade é muito difícil, sobretudo porque não temos liberais. Temos libertinos, demagogos ou ultramontanos
de todas as cores, mas pessoas que compreendam a dimensão profunda da liberdade já reparei que há muito poucas.
» (António Alçada Baptista)
The Second Coming: «The best lack all conviction, while the worst; Are full of passionate intensity» (W. B. Yeats)

07/05/2026

The '"Total and Complete Victory"' achieved through a Great and Beautiful Bombardment seems more like half a defeat (3)

Sequel of (1), (2)

«By the United States military’s estimation, about 1,550 marine vessels—oil tankers, bulk carriers, container ships, and more—are idling in the Persian Gulf right now. With the Strait of Hormuz effectively blockaded, their crews, many of them uninvolved in the ongoing war with Iran, are slowly using up supplies as they await safe passage through the mine-filled waterway. Donald Trump announced on Sunday that the U.S. would rescue these “victims of circumstance” by guiding them out of the war zone in an as-yet-unspecified way. On Monday, though, Iran’s military rejected the plan, warning that American military forces would be attacked if they approached the strait.

Both sides fired shots yesterday, although the U.S. claims that the cease-fire remains in place. The fact that Iran’s leaders are apparently willing to risk violating the delicate monthlong truce emphasizes just how fiercely they want to protect their hold over the strait. The past 65 days of war have badly punished Iran: Its leaders are dead, its navy and air force have been depleted, and its economy and infrastructure have been decimated. “If we leave right now,” Trump said last week, “it would take them 20 years to rebuild.” But amid the destruction, the country has also found new forms of leverage. Iran had not previously exercised this degree of control over the Strait of Hormuz, and before the war, the country could not have been confident that it would be able to do so. Even in its diminished state, the Iranian military has managed to deter enemy ships and outmaneuver anti-air systems, maintaining that grip on the strait while costing the U.S. billions.

After the U.S. and Israel began their military action, the Iranian government said it would attack any ship that tried to sail through the strait, and began deploying mines as deterrents. Before the war, more than 130 ships passed through each day; yesterday, that number was down to three. The ships that do cross now mostly do so under the strict supervision of Iran’s Islamic Revolutionary Guard Corps, which reportedly has been demanding tolls in cryptocurrency and Chinese yuan, and rerouting traffic away from Oman, toward Iran-controlled waters.

Iranian dominance over the strait may well be the new norm. On Sunday, Iran’s Deputy Speaker of Parliament Ali Nikzad was emphatic that the country “will not back down” from its position on the strait, “and it will not return to its prewar conditions.” That’s because the country’s restrictions on the strait have succeeded on a strategic level, creating a global energy shock and unleashing economic devastation around the world—putting massive pressure on the U.S. and Israel to come to the bargaining table. Trump has demanded that Iran “Open the Fuckin’ Strait,” but as Iran’s threats yesterday made clear, we’re a long way off from the pre-February status quo. Even when Iranian leadership has offered to reopen the strait as part of potential peace deals, as it has over the past month, it has done so with the knowledge that Iran could always reassert control. That’s exactly what happened on April 17, when the country declared the strait open to all; the next day, Iran reimposed its restrictions on passing ships, effectively closing the waterway once again.

06/05/2026

Crónica da passagem de um governo (48b)

Outras Crónicas do Governo de Passagem

Navegando à bolina
(Continuação de 48a)

Lost in translation: “lucro” em politiquês-socialês significa o que restou dos subsídios

Se o problema fosse o lucro das 126 empresas do Estado ter caído 480 milhões para 11 milhões de euros, seria um problema simples. O problema complicado é que o “lucro” neste caso são as sobras de cerca de 3,5–4 mil milhões de euros em subsídios, indemnizações compensatórias e outras transferências para empresas públicas.

No meio do nevoeiro informativo, o Public Relations da CP conseguiu que a Lusa passasse para os jornais a “notícia” que fez o título no Avante da família Azevedo: «Lucro da CP mais do que duplica em 2025 para 4,8 milhões», esquecendo de informar que foi a sobra de cerca de 100 milhões de subsídios com diversos nomes pagos no ano passado.

Então não estamos a crescer mais do que a Óropa?

mais liberdade

O diagrama mostra o resultado do caminho para uma sociedade socialista em que os salários galopam e a produtividade coxeia. Já agora, para não embandeirarmos em arco, recordo que a progressão de 2020 para 2025 se deve ao crescimento das maiores economias ter sido mais afectado pelas consequências da invasão da Ucrânia.

Canários na mina de carvão

Multiplicam-se os sinais de que pode estar a chegar ao fim o tempo das vacas voadoras do Dr. Costa: no primeiro trimestre as exportações de bens desceram 6,4% e as importações aumentaram 2,6%; a taxa de inflação homóloga aumentou 3,4% em Abril e o PIB não cresceu no primeiro trimestre.

O Plano de Transformação, Recuperação e Resiliência (petit nom PTRR), a bazuca do Dr. Montenegro, foi desenhada pelo Dr. Matias?

mais liberdade

Poderá parecer uma pergunta retórica, mas o PTRR não é um fundo autónomo, é uma manta de retalhos financiada por fundos nacionais, fundos europeus, empresas públicas, empresas privadas, PPP e concessões. Segundo o Diário de Notícias (não confirmei) dois terços dos 22,6 mil milhões de euros previstos para torrar até 2034 estavam previstos no orçamento há 6 meses, e os números do diagrama mostram que cerca de um quarto é para fazer a recuperação das infraestruturas e serviços afectados pelas tempestades, o que inevitavelmente teria de ser feito com ou sem PTRR.

Operação Marquês - uma justiça de opereta numa república dos bananas

Já o escrevi em tempos: 300 (trezentos) juízes, 50 (cinquenta) recursos, uma queixa ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, vários crimes já prescritos, um processo com mais de 62 mil (sessenta e duas mil) páginas, incluindo as 6 mil (seis mil) páginas do despacho do Juiz Rosa, em mais de 200 (duzentos) volumes, o equivalente a um décimo dos julgamentos de Nuremberga (de 20/11/1945 a 1/10/1946) onde foram julgados 23 dirigentes nazis.

Actualizo agora com a prescrição dos crimes de corrupção activa relativos ao empreendimento de Vale do Lobo de que beneficiaram a semana passada dois dos arguidos e, salvo qualquer imprevisto não previsto, beneficiarão em Junho o Animal Feroz e o seu compadre Dr. Vara.

05/05/2026

Crónica da passagem de um governo (48a)

Outras Crónicas do Governo de Passagem

Navegando à bolina
A unanimidade na UGT significa o quê? É o centralismo democrático?

Os 90 (noventa) membros do secretariado da UGT aprovaram por unanimidade a rejeição das propostas de alteração da legislação laboral do governo. A UGT (controlada pelo PS) e a CGTP (controlada pelo PC) representam em conjunto cerca de 7% dos trabalhadores do sector privado e uma percentagem muito superior dos funcionários públicos que não são afectados pelas reformas em discussão por terem emprego vitalício, um seguro de saúde público e uma pensão garantida pela CGA.

Precariedade” é o efeito secundário do emprego vitalício

A UGT opõe-se mais tenazmente ao aumento da flexibilidade do emprego, cuja rigidez é o factor principal que explica a preferência das empresas pelos contratos a prazo que afectam quatro em cada dez trabalhadores jovens, sendo Portugal o quarto país da UE com mais contratos a prazo.

Enquanto esperamos que o Portugal dos Pequeninos tenha «todas as condições para se tornar um líder mundial na IA», por que não…

… dar corda aos sapatos e concluir o estudo aprovado pela Resolução de Conselho de Ministros de 7 de março de 2025 para a criação das cinco PPP para gerir os hospitais de Braga, Loures, Vila Franca de Xira, Amadora-Sintra e Almada e nos cerca de 170 centros de saúde nessas áreas.

Para «abrir caminho para uma sociedade socialista» o Dr. Montenegro e o Dr. Ventura pretendem igualar o salário mínimo ao salário médio

O Dr. Montenegro e o Dr. Ventura, ultrapassaram pela esquerda o Dr. Carneiro e querem antecipar o salário mínimo de € 1.000 já em 2027 e o Dr. Ventura, mostrando os seus pergaminhos socialistas, propõe aumentá-lo para € 1.150 até 2029. Numa economia em que 96% das empresas representando 36% do VAB tinham menos de 10 trabalhadores, o impacto destes aumentos com uma produtividade estagnada poderá inviabilizar muitas delas.

O caminho para o socialismo da pobreza relativa


Enquanto o salário mínimo e o salário médio galopam desde 2015 a produtividade coxeia atrás deles.

Nas mãos do Dr. Montenegro, a bazuca do Dr. Costa continua entupida

Quase um terço dos 22 mil milhões do PRR poderão não ser usados se os projectos não forem aprovados até 31 de Agosto. Segundo o presidente da Comissão de Acompanhamento da torrefacção, os «tempos de resposta aos pedidos de pagamento do PRR estão a aumentar em vez de diminuir». Pelo resultado de várias décadas a torrar dinheiro da Óropa, não é de esperar que se perca grande coisa, porém, dava jeito a circular por aí.

O Estado sucial é um caloteiro

Governado pelo PS ou pelo PSD, há várias coisas imutáveis no Estado sucial e uma delas é que é um Estado caloteiro que paga mal a todos os prestadores de serviços, como neste caso o INEM que pagou aos bombeiros no último dia do prazo. É apenas uma gota de água no oceano das dívidas a fornecedores, cujo prazo médio de pagamento é superior a 70 dias e no caso do SNS vai até aos 204 dias na ARS Norte.

Take Another Plan. Quem cabritos vende e cabras não tem…

Enquanto decorre o plano de privatização, perdão, o desejo de vender 49,9% a um benfeitor, a TAP vai-se desfazendo das suas pratas, que no caso são mais sucata do que prata. Comprou por 11,7 milhões 51% da empresa de catering há um ano, está agora a tentar vendê-la por 9,6 milhões.

(Continua)

04/05/2026

Ser de esquerda é... (34) - ... é querer cumprir Abril

Pesquisa Google

Sempre me intrigou que, como a gripe surge no Inverno, a expressão "cumprir Abril" surge na Primavera e prolonga-se até meados de Maio. Para citar alguns, entre muitos outros, exemplos recentes: «cumprir Abril é a coragem de dizer não»; «continuar a cumprir Abril»; «cumprir Abril, na justiça social, na dignidade do trabalho, no combate às desigualdades e na defesa da verdade».

Intriga-me, desde logo,  porque o verbo "cumprir", segundo o dicionário, tem vários significados: «Executar com exactidão;  Acatar, obedecer; Realizar o prometido; Submeter-se, sujeitar-se; Ser da sua competência». Admiti que o cumprir Abril poderia significar "Realizar o prometido", mas realizar o quê e por quem?  Para simplificar, admiti que o quem seria a esquerdalhada, sempre muito dada a promessas (os amanhãs que cantam, etc.). E o quê? O que seria o quê? 

Sem respostas, resolvi uma vez mais consultar o nosso web bot favorito de AI com machine learning baseada numa Neural Network com acesso a servidores de Big Data e recebi a seguinte lista de exemplos de incumpridos:

A criação do soviete do Barreiro, a adesão do Portugal Democrático ao COMECON, a criação de uma Frente Popular liderada pelos camaradas Drs. Barreirinhas Cunhal e Nobre Lopes Soares, um governo com todas as forças progressistas, incluindo a Frente de Libertação dos Animais Domésticos (FLAD), a promoção a Marechal do Camarada General Saraiva de Carvalho, a inclusão do Livro Vermelho do Presidente Mao Ze Dong nas leituras obrigatórias do 2.º ciclo, a inauguração pelo Camarada Doutor Anacleto Louçã de uma estátua de Leon Trotsky no lugar de Dom José na Praça do Comércio, a nomeação da Camarada Doutora Mariana Mortágua como ministra das Finanças.

Outros "Ser de esquerda é..."

03/05/2026

The '"Total and Complete Victory"' achieved through a Great and Beautiful Bombardment seems more like half a defeat (2)

Sequel of (1)

Let's recap the outcome of the war in Iran according to Mr. Trump, who started it 9 weeks ago:

  • March 9 - «I think the war is very complete, pretty much»
  • March 11 - «We’ve got to finish the job»
  • March 31 - «we are on track to complete all of America’s military objectives shortly, very shortly»
  • April 1 - the war is «nearing completion»
  • April 7 - «A whole civilization will die tonight, never to be brought back again»
  • May 1 - hostilities have «terminated»

Let's look at the result of all these victories:
  • Iran remains administratively and militarily functional, providing diplomatic responses and military retaliation.
  • Iran has disabled a significant portion of US surveillance in the Middle East; half of the THAAD interceptors and Patriot interceptors equivalent to 5 years of production have been used.
  • Iran forced American troops to abandon all of their air bases.
  • The Iron Dome myth has been compromised.
  • Tel Aviv has been severely hit in recent weeks.
  • The closure of the Strait of Hormuz has given Iran enormous leverage, allowing it to exert significant pressure on the US.
  • Iran maintains drone warfare, ballistic missile launch, submarine and combat capabilities.
  • Iran is viewed as a victim by public opinion in several countries.
So, Mr Trump was right when he once derided “interventionalists” for “intervening in complex societies that they did not even understand themselves” and he was mistaken in imagining that his transactional approach would have the same success with the ayatollahs, who are willing to sacrifice themselves and their people, as it had with the fearful democratic leaders he despises.

30/04/2026

JD Vance, Trump's running mate, the righteous hypocrate, from Never Trump to Ever Trump and beyond (3)

Sequel to (1), (2)

«Mike Pence should have been a warning to J. D. Vance about the inevitable abasement in store once you join a ticket with Donald Trump. Before he became Trump’s running mate a decade ago, conservative Christian values were the center of Pence’s political identity, but in October 2016, he reluctantly stood by Trump after the release of the tape in which Trump boasted about grabbing women “by the pussy.” It was a sign of things to come. Pence became vice president, and for the next four years, he defended his boss through moral abominations and deficit explosions that cut against his fiscal conservatism, flinching only when Trump asked him to help steal an election. His reward? Trump did nothing while a mob threatened to hang Pence.

All of this was common knowledge when Vance agreed to run with Trump in 2024. No one lands on a presidential ticket if they’re not outrageously ambitious—nearly every veep for at least a century has fancied themselves a future president—but Vance is particularly brazen. Becoming Trump’s running mate required a yearslong effort to ingratiate himself with a guy whom Vance had, in the pages of this magazine, referred to as “cultural heroin” and elsewhere called “America’s Hitler.” Maybe Vance’s ambition blinded him to Pence’s lesson, but the war in Iran is teaching it to him the hard way.»

J. D. Vance learns what Mike Pence already knows
______________

«JD Vance just delivered one of those painfully awkward moments that ends up defining a political appearance.

While speaking at a rally in Hungary where he was promoting Viktor Orbán Vance tried to create a headline-grabbing moment by calling Donald Trump live on stage to show support. Instead, it completely backfired. Trump didn’t answer.

Trying to play it off, Vance joked with the crowd that it might get embarrassing if the call didn’t go through. Moments later, that’s exactly what happened the call went straight to a voicemail that wasn’t even set up. The room was left with an uncomfortable silence and a failed stunt.

He eventually tried again and did get Trump on the line, but even that didn’t help much. Trump sounded distracted and irritated, briefly mumbling before offering a generic endorsement of Orbán. It felt more like an obligation than enthusiasm.»

Hudson Flores, Quora
______________

«Vice-President J.D. Vance loves big ideas, or at least the idea of big ideas. Unlike President Donald Trump, he reads books and even writes his own, and he talks, authentically, like a diploma-carrying member of the elite they both ostentatiously disdain. He aligns himself with the “post-liberal right”, a term so highfalutin one struggles to imagine Mr Trump using it. Mr Vance serves as the chief emissary between the Trump White House and the intellectual “New Right”, the agglomeration of pointy-heads, Silicon Valley potentates and podcasters with big ideas of their own for saving Western civilisation, as Mr Vance, apocalyptically, likes to describe his mission.

It is heady stuff. It must also, on some days, prove vexatious, for it has led Mr Vance to cast himself as the chief ideologist of a movement, MAGA, whose essence is that it has no ideology. MAGA is committed instead to the instincts, impulses and glory of one man. As a result, Mr Vance’s theories of governance keep taking a beating from Mr Trump’s practice.

For example, contrary to the big ideas of Mr Vance, Mr Trump has recently been threatening to destroy a civilisation. Mr Vance, a veteran of the Iraq war, has been an advocate of isolationism. As he put it during the last presidential campaign, “America doesn’t have to constantly police every region of the world.” A war with Iran seemed to him a particularly bad idea. It was not in America’s interest and would mean “a huge distraction of resources”; war between Israel and Iran was “the most likely and the most dangerous scenario” for starting a third world war.»


J.D. Vance’s theory of Trumpism is no match for the practice

29/04/2026

TIROU-ME AS PALAVRAS DA BOCA: O Dr. Ventura quer descer a idade da reforma. Alguém lhe deveria explicar que seria um disparate e para isso ser possível só com mais imigrantes

O meu radar não está programado para detectar flatulências e só me dei conta de que o Dr. Ventura exigiu há dias a descida da idade da reforma ao ler este artigo de Henrique Raposo.

Apesar da minha apreciação por HR não abranger o seu estilo gongórico-emotivo, vou citar um excerto do seu artigo «A proeza do Chega: ser mais imbecil do que PCP e BE»

«Há vinte ou quinze anos, era impossível discutir com a esquerda a questão das pensões, porque a esquerda anti-passista recusava (recusa?) os números da demografia. Recusava enfrentar este facto: nós temos um saldo natural negativo desde 2007/08. Ou seja, há quase vinte anos que temos mais mortes do que nascimentos todos os anos. (...) 

O Chega torna-se ainda pior a partir do momento em que ataca a imigração e a consequente contribuição para a segurança social dos imigrantes. O Chega é um perigo para o país, sobretudo para os reformados mais pobres, porque não sabe ou não quer fazer contas. E é fácil demonstrar a estupidez do Chega: se pensarmos que a pensão mínima em Portugal ronda os 350 euros e se olharmos para os 4,15 mil milhões que os imigrantes descontaram para a segurança social em 2025, isto quer dizer que os imigrantes garantem o valor de 856 mil pensões mínimas anuais.»

Para me ser desculpada a citação e sair do campo do insulto, remeto para a longa série de posts «A leveza insustentável do sistema público de pensões», cuja leitura, espero, demonstra que o Dr. Ventura é um lunático, um socialista de direita ou um demagogo (e, sem dar por isso, caí também no insulto).

___________

Post Scriptum: Já agora, para ilustrar o que HR escreveu sobre mortes e nascimentos, aqui vão os dados dos últimos cinco anos, que seriam muito piores se não fosse a imigração: