… não conseguiria evitar que com a extinção da DGEstE (Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares) um bando de apparatchiks sindicais não pusesse o pauzinho na engrenagem e usasse o jornalismo de causas para inchar o número de alunos ainda não colocados (umas centenas nalguns concelhos da zona da Grande Lisboa, onde se concentram filhos de imigrantes).
… como não conseguiria evitar a epidemia habitual de baixas nesta altura do ano lectivo que só na primeira semana ultrapassou os dois mil professores.
… como não conseguiria evitar que o Dr. Carneiro inventasse que esta foi a primeira vez em que houve alunos sem aulas no início do ano lectivo, que o jornalismo amigo instalado nas redacções não fizesse o agitprop do costume, insinuando que haveria menos candidaturas às universidades por causa da avaliação dos exames, quando, finalmente, as candidaturas aumentaram 33% face ao ano anterior.
Andam obcecados pelo 6.º preço mais caro da gasolina…
… ainda assim um preço mais baixo do que a média da UE e esquecem o que verdadeiramente importa - o quarto aumento mais baixo da produtividade em 10 anos.
A saga dos cacilheiros. Epílogo ou talvez não
Em 2019 foram comprados cacilheiros eléctricos pela Transtejo, uma das muitas empresas públicas geridas por apparatchiks lunáticos, cacilheiros que, ficou a saber-se, ficaram acostados vários anos por falta de baterias e um deles foi severamente danificado por ter chocado com o cais devido ao mau tempo - foram projectados para navegar em lagos. Sete anos depois, o Dr. Pinto Luz apresentou com visível satisfação a frota eléctrica.
Canários na mina de carvão
Até Agosto, da produção automóvel caiu 6,3% em termos homólogos, queda que, com a crise que atravessa a indústria automóvel europeia ameaçada pela concorrência chinesa, não é provável que seja conjuntural.
“O acerto de contas chegou” (*)
A emissão de mil milhões de BT a 12 meses na semana passada fez-se a uma taxa de 3,103%, 49 pontos-base acima da emissão de Maio do mesmo prazo.
(*) Ricardo Reis, um pouco antes de não ser nomeado como economista-chefe do FMI
A redução da dívida foi mais à conta da inflação do que pelas “contas certas” do Dr. Costa
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(Continua)
