Morreu na praia o acordo com a UGT, que representa 7% trabalhadores do sector privado, e a CGTP, que praticamente só representa os trabalhadores com emprego vitalício, não chegou a embarcar.
«O governo quer dar aumentos salarias de 6,2% para 111 mil trabalhadores do privado com retroativos a março»
É este o título para parolos do Jornal Eco (com títulos assim deveria mudar de nome para jornaleco) para noticiar o expediente que se repete todos os anos das “portarias de extensão", expediente pelo qual os contratos colectivos negociados pelos sindicatos que representam um décimo ou menos dos trabalhadores influenciam 90% dos contratos de trabalho, em empresas e sectores sem condições para pagarem a bitola das maiores empresas e continuarem competitivos.
A bazuca do Dr. Montenegro é maior do que a do Dr. Costa
| mais liberdade |
Enquanto esperamos que o Portugal dos Pequeninos tenha «todas as condições para se tornar um líder mundial na IA», por que não… … clarificar as dúvidas sobre aplicação do IVA de 6% na construção que fizeram cair os licenciamentos em 16% em Janeiro e Fevereiro; licenciar parques autónomos de baterias que limitariam as consequências dos apagões; antecipar os 10 anos previstos para a operacionalidade completa do SIRESP que é um dispositivo que anda por aí há mais de 10 anos, em cujo lançamento esteve envolvido o Dr. Costa e o seu melhor amigo Dr. Lacerda Machado. Incompetência até a gastar o dinheiro da Óropa O Portugal 2030, que é uma espécie de herança do Portugal 2020 que não foi cumprido, só está executado a 18% (a menor percentagem da UE), encaminhando-se assim para se transmutar num Portugal 2040. Canários na mina de carvão O piar dos canários ouve-se cada vez mais. O emprego parece ter atingido o seu ápex e começou a cair enquanto a taxa de desemprego está a subir (fonte INE); a dívida pública aumentou 0,5 mil milhões de euros em março e atingiu 91,0% do PIB no primeiro trimestre do ano (fonte BdP. Hoje há conquilhas, amanhã logo se vê (os tugas não estão a ouvir os canários) Surdos ao piar dos canários, os particulares contraíram novos empréstimos num montante que ultrapassou pela primeira vez 4 mil milhões de euros num mês, o valor mais elevado desde 2003 (fonte BdP), e compraram quase 100 veículos até Abril, outro recorde, desta vez desde 2005. |
