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| Paulo Gonçalves em 2.º lugar, Ruben Faria em 6.º e Hélder Rodrigues em 12.º. |
Our Self: Um blogue desalinhado, desconforme, herético e heterodoxo. Em suma, fora do baralho e (im)pertinente.
Lema: A verdade é como o azeite, precisa de um pouco de vinagre.
Pensamento em curso: «Em Portugal, a liberdade é muito difícil, sobretudo porque não temos liberais. Temos libertinos, demagogos ou ultramontanos
de todas as cores, mas pessoas que compreendam a dimensão profunda da liberdade já reparei que há muito poucas.» (António Alçada Baptista)
The Second Coming: «The best lack all conviction, while the worst; Are full of passionate intensity» (W. B. Yeats)
Lema: A verdade é como o azeite, precisa de um pouco de vinagre.
Pensamento em curso: «Em Portugal, a liberdade é muito difícil, sobretudo porque não temos liberais. Temos libertinos, demagogos ou ultramontanos
de todas as cores, mas pessoas que compreendam a dimensão profunda da liberdade já reparei que há muito poucas.» (António Alçada Baptista)
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18/01/2015
22/05/2013
No Prós e Contras: Over it 1 – Under it 0 (parte II)
Continuação da parte I.
Tive ocasião de ver grande parte do programa. Agaja doutora da Universidade Nova (e não do ISCTE tanto quanto sei), a Raquel Varela, não acertou numa. Eu, que ao início até achava que ela podia ter outros atributos com algum valor acrescentado, acabei por ficar convencido que não é utilizável nem reciclável em nenhuma circunstância...
Enviesada, agressiva, estúpida, de curta visão, manipuladora, sem vergonha, são algumas das características que encontrei nela. Estou a ser gentil.
Não sei se viram a parte em que ela não percebe como é possível um banco ser privado. «O controle das grandes empresas tem que ser colectivo». Colectivo? O que é isso do colectivo?
«O dinheiro de estado tem que ser investido prioritariamente em cultura, ciência, saúde e educação porque é isto que faz avançar o país». Dois problemas: o dinheiro de que ela fala é o dinheiro não dos impostos mas sim da apropriação por parte da colectividade, diz ela, dos meios de produção. Até os termos utilizados dão arrepios. Vêm da parte mais negra do século passado. Já vimos onde isso vai dar em inúmeras experiências catastróficas que só trouxeram, sem exagero nas palavras, miséria e tragédia. O outro problema é que ela mistura algumas coisas certas (por exemplo investir em educação) com outras totalmente erradas: investir em cultura traz avanços? Está maluca ou quê? Mais depressa traz avanços o investimento na guerra, se quisermos ser cínicos mas verdadeiros.
«Somos credores do estado social. Nós entregamos em impostos e contribuições o suficiente para garantir todas as nossas funções sociais». Onde vive esta senhora? Será que não percebe que estamos completamente falidos?
Uma avaliação da prestação da doutora em História Política e Institucional pelo amigo A.B.
(publicada sem autorização)
Tive ocasião de ver grande parte do programa. A
Enviesada, agressiva, estúpida, de curta visão, manipuladora, sem vergonha, são algumas das características que encontrei nela. Estou a ser gentil.
Não sei se viram a parte em que ela não percebe como é possível um banco ser privado. «O controle das grandes empresas tem que ser colectivo». Colectivo? O que é isso do colectivo?
«O dinheiro de estado tem que ser investido prioritariamente em cultura, ciência, saúde e educação porque é isto que faz avançar o país». Dois problemas: o dinheiro de que ela fala é o dinheiro não dos impostos mas sim da apropriação por parte da colectividade, diz ela, dos meios de produção. Até os termos utilizados dão arrepios. Vêm da parte mais negra do século passado. Já vimos onde isso vai dar em inúmeras experiências catastróficas que só trouxeram, sem exagero nas palavras, miséria e tragédia. O outro problema é que ela mistura algumas coisas certas (por exemplo investir em educação) com outras totalmente erradas: investir em cultura traz avanços? Está maluca ou quê? Mais depressa traz avanços o investimento na guerra, se quisermos ser cínicos mas verdadeiros.
«Somos credores do estado social. Nós entregamos em impostos e contribuições o suficiente para garantir todas as nossas funções sociais». Onde vive esta senhora? Será que não percebe que estamos completamente falidos?
21/05/2013
No Prós e Contras: Over it 1 – Under it 0
O Portugal com iniciativa empresarial foi representado por Martim Neves, um jovem de 16 anos que lançou o seu próprio negócio com a marca «Over it»; a representação do Portugal parasitário dependente do Estado Social, esteve a cargo de uma doutora em História Política e Institucional do ISCTE que prefere o desemprego aos empregos com salários baixos criados por novos negócios como o do Martim.
Aos 5m 20s Martim Neves com uma frase arruma a quinquilharia retórica da doutora em História Política e Institucional.
[Via Blasfémias]
Aos 5m 20s Martim Neves com uma frase arruma a quinquilharia retórica da doutora em História Política e Institucional.
[Via Blasfémias]
22/01/2013
AVALIAÇÃO CONTÍNUA: O indispensável rigor no preenchimento da declaração fiscal
Secção Assault of thoughts (*)
Cinco afonsos para o contribuinte de Evesham que assim demonstrou poder um sujeito passivo ser um sujeito activo, até certo ponto.
(*) John Maynard Keynes, o economista que defendeu políticas intervencionistas quando as despesas públicas eram uma fracção do que são hoje, inspirando seguidores que continuam encalhados nos anos 30 do século passado, também disse «words ought to be a little wild, for they are the assault of thoughts on the unthinking.»
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| (Enviado por JARF) |
(*) John Maynard Keynes, o economista que defendeu políticas intervencionistas quando as despesas públicas eram uma fracção do que são hoje, inspirando seguidores que continuam encalhados nos anos 30 do século passado, também disse «words ought to be a little wild, for they are the assault of thoughts on the unthinking.»
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15/01/2013
DIÁRIO DE BORDO: Portugueses no topo
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| Ruben Faria em 1.º lugar no Dakar 2013, so far (*) |
(*) Ruben Faria é um piloto de 1.ª classe a fazer de aguadeiro na KTM; estava a guardar o lugar reservado a Cyril Desprès. Agora está em segundo lugar o que continua a ser um resultado notável.
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27/09/2012
O SNS poderá falecer dos cuidados intensivos (2)
(Continuação daqui)
Como se sabe, as recentes greves de médicos promovidas pelo bastonário-sindicalista tinham por fim defender o SNS, a exemplo, aliás, das greves dos professores que visam defender o ensino. Também se sabe que apesar dos 10% de estrangeiros a exercer medicina em Portugal, o bastonário acha que «dentro de pouco teremos 600 (médicos) a mais (os quais) … são prejudiciais para os doentes».
Talvez devido aos médicos a mais que o bastonário-sindicalista descobriu, «os hospitais públicos têm 164 vagas para recém-especialistas que nenhum médico quer. E os centros de saúde não conseguem preencher 110 lugares, por não haver no mercado médicos de família e de saúde pública, em início da carreira, para contratar. Ao todo, são 274 lugares que ficaram vazios no primeiro concurso aberto este ano para os quadros do Serviço Nacional de Saúde». (Expresso)
Em alternativa, temos a explicação do Expresso: «quase todos estes lugares são em unidades de saúde fora dos grandes centros urbanos, sobretudo no Alentejo e no Algarve. Aceitá-los obriga a estar longe de casa e sem nenhum aumento de salário, pois a remuneração para os recém-especialistas (destinatários do concurso) estão 'tabelados' em todo o SNS.»
A referida explicação tem o pequeno inconveniente de pressupor que os médicos se estão nas tintas para a defesa do SNS e o que querem mesmo é tratar das suas vidinhas o melhor possível, como toda a gente quer. Mas então as políticas de pessoal do ministério da Saúde só ganhariam em ter isso em consideração e promover a concorrência entre os médicos. Para tal daria muito jeito acabar com a limitação da oferta de vagas nas faculdades de medicina promovida pelo lóbi deste e dos outros bastonários-sindicalistas que o antecederam, práticas que levaram 1.300 estudantes portugueses a estudar medicina no estrangeiro.
Como se sabe, as recentes greves de médicos promovidas pelo bastonário-sindicalista tinham por fim defender o SNS, a exemplo, aliás, das greves dos professores que visam defender o ensino. Também se sabe que apesar dos 10% de estrangeiros a exercer medicina em Portugal, o bastonário acha que «dentro de pouco teremos 600 (médicos) a mais (os quais) … são prejudiciais para os doentes».
Talvez devido aos médicos a mais que o bastonário-sindicalista descobriu, «os hospitais públicos têm 164 vagas para recém-especialistas que nenhum médico quer. E os centros de saúde não conseguem preencher 110 lugares, por não haver no mercado médicos de família e de saúde pública, em início da carreira, para contratar. Ao todo, são 274 lugares que ficaram vazios no primeiro concurso aberto este ano para os quadros do Serviço Nacional de Saúde». (Expresso)
Em alternativa, temos a explicação do Expresso: «quase todos estes lugares são em unidades de saúde fora dos grandes centros urbanos, sobretudo no Alentejo e no Algarve. Aceitá-los obriga a estar longe de casa e sem nenhum aumento de salário, pois a remuneração para os recém-especialistas (destinatários do concurso) estão 'tabelados' em todo o SNS.»
A referida explicação tem o pequeno inconveniente de pressupor que os médicos se estão nas tintas para a defesa do SNS e o que querem mesmo é tratar das suas vidinhas o melhor possível, como toda a gente quer. Mas então as políticas de pessoal do ministério da Saúde só ganhariam em ter isso em consideração e promover a concorrência entre os médicos. Para tal daria muito jeito acabar com a limitação da oferta de vagas nas faculdades de medicina promovida pelo lóbi deste e dos outros bastonários-sindicalistas que o antecederam, práticas que levaram 1.300 estudantes portugueses a estudar medicina no estrangeiro.
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13/07/2012
O SNS poderá falecer dos cuidados intensivos
As greves dos médicos e dos enfermeiros são anunciadas para defesa do SNS. Parece paradoxal mas talvez não seja. Afinal o SNS existe para os médicos e os enfermeiros pela mesma razão que o ministério da Educação existe para os professores: para lhes dar emprego.
E para defender o SNS todas os pretextos são bons. Como, por exemplo, as queixas do bastonário da Ordem dos Enfermeiros da «exportação» de enfermeiros para o estrangeiro ao ritmo de 10 por dia, queixas partilhadas pelo bastonário dos Médicos.
E para defender o SNS todas os pretextos são bons. Como, por exemplo, as queixas do bastonário da Ordem dos Enfermeiros da «exportação» de enfermeiros para o estrangeiro ao ritmo de 10 por dia, queixas partilhadas pelo bastonário dos Médicos.
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13/03/2012
Mais uma aplicação do princípio de Pareto
«Cerca de 90% da poupança das famílias portuguesas é feita por 20% dos agregados e cerca de 30% das famílias têm gastos que ultrapassam os seus rendimentos.» (Oje)
Outras aplicações (aproximadas): 20% dos activos fazem 80% do trabalho; 80% dos contribuintes só pagam 20% dos impostos.
Outras aplicações (aproximadas): 20% dos activos fazem 80% do trabalho; 80% dos contribuintes só pagam 20% dos impostos.
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07/12/2011
NÓS VISTOS PELOS OUTROS: O contrário de um paraíso fiscal é um inferno fiscal?
O volume de investimento directo estrangeiro desceu para metade o ano passado. Segundo as conclusões do Portuguese Attractiveness Survey 2011 da Ernst & Young, tal deve-se à «ausência de crescimento económico, aumento de impostos e níveis elevados de dívida pública». Pois. Os que cá estão tentam evadir-se. Os que cá não estão tentam não entrar.
24/11/2011
BREIQUINGUE NIUZ: Indignados atacam as suas fontes de rendimento?
«Duas repartições de Finanças em Lisboa, uma na zona de Alvalade e outra em Benfica, foram hoje vandalizadas com o lançamento de 'cocktails molotov'. Uma terceira repartição, na zona oriental de Lisboa, foi atingida por latas de tinta.» (Negócios)
Será a revolta dos sujeitos passivos? Não creio – estes pagam mansa e ordeiramente os seus tributos. Isto é coisa de sujeitos activos. Cheira-me a «indignados», pois é de «indignação» que se trata. Nesse caso, porquê atacar as máquinas de extorsão do Estado seu benfeitor? Se foi isso, é um tiro no pé indignado.
Será a revolta dos sujeitos passivos? Não creio – estes pagam mansa e ordeiramente os seus tributos. Isto é coisa de sujeitos activos. Cheira-me a «indignados», pois é de «indignação» que se trata. Nesse caso, porquê atacar as máquinas de extorsão do Estado seu benfeitor? Se foi isso, é um tiro no pé indignado.
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13/03/2011
De boas intenções está o inferno cheio (5)
Que era muita gente, era. Ainda assim, optimisticamente supondo que os Restauradores, o Rossio e a área de ligação com uma superfície total de 35 mil m2 estavam coalhados de deolindos à razão de 3 por m2 a manif não teria mais de 100 mil. Mesmo 100 mil em Lisboa e mais umas dezenas de milhar pelo resto do país é alguma coisa e, como sintoma dum profundo mal-estar, deveria ser suficiente para a corporação política ir pondo as barbas de molho e ir pensando purgar-se dos seus elementos mais putrefactos. Não vale a pena imaginar amanhãs que cantam e muito menos cavalgar oportunistamente a onda, mas também não adianta a conversa merdosa de políticos e apparatchiks merdosos não sei o quê, o poder não sei que mais, cai na rua, bla bla.
19/02/2010
Uma mulher com tomates
«Eu não sei se os senhores têm entendido que há aqui um resquício não só salazarista mas também colonizador», interrogou-se Felícia Cabrita na comissão de ética republicana. Os senhores deputados não têm entendido, porque eles não estão lá para entender seja o que for. A não ser talvez entenderem qual será a vontade do chefe, porque eles só lá estão porque os chefes, depois de muita porfia, aceitaram pô-los lá.
«Arranjaram um plano sórdido para denegrir a minha imagem com a colocação de determinadas notícias sobre a minha pessoa, insinuando relacionamentos com polícias e magistrados», disse, manifestando uma grande falta de respeito pelos senhores deputados, cuja ascensão ao parlamento se deve quase sempre a relacionamentos, não tanto com polícias e magistrados, mas com gente que não conseguiria sequer entrar para a polícia ou para a magistratura.
«Arranjaram um plano sórdido para denegrir a minha imagem com a colocação de determinadas notícias sobre a minha pessoa, insinuando relacionamentos com polícias e magistrados», disse, manifestando uma grande falta de respeito pelos senhores deputados, cuja ascensão ao parlamento se deve quase sempre a relacionamentos, não tanto com polícias e magistrados, mas com gente que não conseguiria sequer entrar para a polícia ou para a magistratura.
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13/02/2010
Agradecimento por terem cumprido a obrigação
Os contribuintes deste humilde blogue agradecem aos polícias e magistrados que investigaram e ao Sol e aos seus jornalistas que revelaram a vasta teia que se preparava para transformar toda a media em diários da manhã.
Nestes tempos difíceis para a liberdade de expressão, em que o pau e a cenoura do governo castigam a desconformidade e premeiam a conformidade, é o mínimo que podemos fazer.
Impertinente Pertinente
Nestes tempos difíceis para a liberdade de expressão, em que o pau e a cenoura do governo castigam a desconformidade e premeiam a conformidade, é o mínimo que podemos fazer.
Impertinente Pertinente
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