Uma avaliação da prestação da doutora em História Política e Institucional pelo amigo A.B.
(publicada sem autorização)
Tive ocasião de ver grande parte do programa. A
Enviesada, agressiva, estúpida, de curta visão, manipuladora, sem vergonha, são algumas das características que encontrei nela. Estou a ser gentil.
Não sei se viram a parte em que ela não percebe como é possível um banco ser privado. «O controle das grandes empresas tem que ser colectivo». Colectivo? O que é isso do colectivo?
«O dinheiro de estado tem que ser investido prioritariamente em cultura, ciência, saúde e educação porque é isto que faz avançar o país». Dois problemas: o dinheiro de que ela fala é o dinheiro não dos impostos mas sim da apropriação por parte da colectividade, diz ela, dos meios de produção. Até os termos utilizados dão arrepios. Vêm da parte mais negra do século passado. Já vimos onde isso vai dar em inúmeras experiências catastróficas que só trouxeram, sem exagero nas palavras, miséria e tragédia. O outro problema é que ela mistura algumas coisas certas (por exemplo investir em educação) com outras totalmente erradas: investir em cultura traz avanços? Está maluca ou quê? Mais depressa traz avanços o investimento na guerra, se quisermos ser cínicos mas verdadeiros.
«Somos credores do estado social. Nós entregamos em impostos e contribuições o suficiente para garantir todas as nossas funções sociais». Onde vive esta senhora? Será que não percebe que estamos completamente falidos?