O manual enaltece José Estaline, celebra as vitórias soviéticas na "Grande Guerra Patriótica", a "reunificação da Crimeia com a Rússia" em 2014 e, como não podia deixar de ser, justifica a invasão da Ucrânia a que chama "operação militar especial".
Para justificar a invasão, o manual garante que "foi a Ucrânia e a NATO que planejaram iniciar a guerra" para o que concentraram "um grande número de tropas ucranianas e veículos blindados nas fronteiras". Enumera também exemplos das supostas atrocidades cometidas pelos nazis ucranianos como: "Livros russos foram queimados, monumentos foram destruídos, canções russas e a própria língua russa foram proibidas"; "Cidades nas regiões de Luhansk e Donetsk, onde existia dissidência contra tais políticas, foram bombardeadas por projéteis e foguetes nazistas."
A melhor de toda é porém os "coquetéis de 'sangue russo' eram servidos em restaurantes."
