Our Self: Um blogue desalinhado, desconforme, herético e heterodoxo. Em suma, fora do baralho e (im)pertinente.
Lema: A verdade é como o azeite, precisa de um pouco de vinagre.
Pensamento em curso: «Em Portugal, a liberdade é muito difícil, sobretudo porque não temos liberais. Temos libertinos, demagogos ou ultramontanos de todas as cores, mas pessoas que compreendam a dimensão profunda da liberdade já reparei que há muito poucas.» (António Alçada Baptista, em carta a Marcelo Caetano)

10/02/2015

CAMINHO PARA A INSOLVÊNCIA: De como o melhor que pode acontecer ao paraíso prometido aos gregos pelo Syriza é ser um purgatório (VI)

Panos Kammenos, ministro grego da Defesa, mostrando um grande apego patriótico e coerência de princípios, ameaçou
«O que nós queremos é um acordo. Mas se não houver nenhum acordo - esperemos que haja - e se virmos que a Alemanha se mantém intransigente e que quer rebentar com a Europa, então teremos a obrigação de avançar para o plano B que é obter financiamento de outra fonte.»
A «outra fonte» é a Rússia ou a China (também citou os EU para disfarçar). Se Kammenos não fosse líder do Anel que faz parte da coligação com o Syriza, o Anel, um pequeno partido de extrema-direita, seria classificado pela esquerdalhada como nazi e o seu líder como o Fuehrer.

Entretanto, os investidores - isto é aqueles capitalistas exploradores que nos emprestam dinheiro e que emprestaram noutros tempos à Grécia para as nossas e as pândegas deles - estão a ficar nervosos connosco, como já vimos, e a tremer só de ouvir falar grego.

Yields da Grécia e de Portugal (Fonte: Bloomberg)

Sem comentários: