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11/09/2011

Soares, o arrependido

Depois de 37 anos de festim despesista e práticas falimentares do Estado perpetradas por políticos incompetentes, o Dr. Mário Soares, não tendo entendido o discurso do ministro das Finanças - não admira, porque ele nunca distinguiu os milhões dos biliões, arrumou o assunto rotulando depreciativamente o «contabilista» de «político ocasional». O desgosto pela contabilidade deve ser de família, porque também o seu filho João durante a campanha eleitoral, tentou diminuir Cavaco na SIC, clamando não se ter feito com contabilistas a gloriosa história portuguesa.

O pai Soares deve ter-se arrependido por ter metido no princípio dos anos 80 «o socialismo na gaveta», segundo as palavras que lhe atribuídas, e ter mobilizado o «político ocasional» Ernâni Lopes para lhe endireitar as contas, entortadas por 9 anos de desvarios. Tudo sob o olhar atento de Teresa Ter-Minassian do FMI, enquanto a esquerdalhada pintava nas paredes o seu nome ao lado do FMI, mandando ambos sair de Portugal.

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