![]() |
| O estado dos canteiros do Estado Novo no Estado Sucial |
«Em 1961, os jardineiros da autarquia de Lisboa conceberam sem dificuldades de maior os 32 brasões do jardim de Belém. Em 2021, a CML cujo quadro de pessoal atingiu os astronómicos 13.068 postos de trabalho alega que não tem pessoal qualificado para manter esses canteiros.»Para uma perspectiva histórica da engorda do aparelho camarário de Lisboa, vejam-se alguns posts que se escreveram a esse respeito no (Im)pertinências: Câmara de Lisboa, uma aplicação prática da lei de Parkinson (1), (2), (3), (4), (5) e (6) e tome-se nota de algumas referências:
Helena Matos no Observador
- Desde 2016 a CML presidida pelo Dr. Medina aumentou o número de funcionários lá estacionados de 10.093 para 13.068, enquanto a população residente se manteve estável ao redor das 500 mil pessoas;
- O número de funcionários inclui mais de um milhar de licenciados em várias áreas incluindo algumas inesperadas como Marketing, História, Línguas e Literatura;
- Comparem-se os 13 mil funcionários para 500 mil habitantes de Lisboa com os 10 mil para os 1,6 milhões de Barcelona ou os 27 mil para 3,3 milhões de Madrid.
Imagine-se se Dr. Medina alcançar a sua ambição e suceder ao seu padrinho em S. Bento o que acontecerá ao exército de utentes da vaca marsupial pública, às contas públicas e ao estado de um país a exaurir-se para manter um aparelho ineficaz e ineficiente.
