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Pensamento em curso: «Em Portugal, a liberdade é muito difícil, sobretudo porque não temos liberais. Temos libertinos, demagogos ou ultramontanos de todas as cores, mas pessoas que compreendam a dimensão profunda da liberdade já reparei que há muito poucas.» (António Alçada Baptista, em carta a Marcelo Caetano)

05/06/2016

Os espanhóis e os angolanos sabem muito bem como funciona a geringonça e o Portugal dos Pequeninos. E os socialistas portugueses sabem ainda melhor

Em retrospectiva:

«António Vitorino e Campos e Cunha vão para a administração do Santander Totta»

Um ex-ministro de Guterres, ex-eurodeputado, ex-futuro candidato a qualquer coisa, actual advogado de negócios e sócio da Cuatrecasas e membro dos órgãos sociais de mais de uma dezena de empresas e um ex-ministro das Finanças de José Sócrates que saltou do comboio em andamento vão ser uma espécie de seguro All Risks do Santander.

Lá se vai arriar a bandeira da espanholização da banca.

«Banco de Portugal chumbou administradores do BIC»

«BdP arrasa gestão do BIC»

Os administradores do banco de Isabel dos Santos foram julgados não idóneos e o controlo de risco do BIC foi considerado inadequado.

«Teixeira dos Santos confirmado na presidência do BIC Portugal»

Teixeira dos Santos vai ser uma espécie de seguro All Risks do BIC.

Lá se vai arriar a bandeira da banca nas mãos da cleptocracia da família Santos.

Últimos desenvolvimentos:

«Leonor Beleza e Rui Vilar vão ser vices da Caixa»

A experiência de Leonor Beleza na banca passa por já ter aberto várias contas. A experiência de Rui Vilar na banca não carece de demonstração mas a criatura já tem 77 primaveras. Para fazer companhia a estes dois e compor uma administração com 19-almas-19, vão ainda ser nomeados Pedro Norton (andou pelas telecomunicações, pelos mídia e tem contas bancárias) e  Bernardo Trindade (andou pelo parlamento, pelo governo de Sócrates e pelo turismo e também tem contas bancárias).

Lá se vão criar as condições para blindar a administração da Caixa de quaisquer responsabilidades em esturricar os 4 mil milhões que a geringonça lá irá sepultar com os cobres dos sujeitos passivos para o financiamento das empresas do regime e de negócios inviáveis do complexo político-empresarial socialista e na criação de tenças filantrópicas para os amigos do regime.

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