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10/06/2016

CASE STUDY: A revolução digital na indústria automóvel alemã

«Germany’s automakers, auto suppliers, machinery companies, and machine tool builders have long been considered the world’s leaders in manufacturing in large part because of their ability to unlock the potential of software, sensors, networks, and electronic devices on their assembly lines. Now, they are pioneering a new phase of global digital manufacturing that will transform the key processes surrounding the manufacturing of everything from automobiles to trains, planes, machinery, and even kitchens. 

By digitizing the processes that govern how a new idea is brought to production (such as R&D, product launch, and testing), sales to delivery (pricing, demand forecasting, order fulfillment), and factory maintenance (including the inventorying of spare parts), German manufacturers in the auto industry and elsewhere are already beginning to significantly improve their margins. By 2030, we estimate there is the potential for manufacturers worldwide to realize an estimated $1.4 trillion upside by taking a page from leading German manufacturers’ playbooks.»

Excerto de «German Manufacturing Is Leading a Digital Industrial Revolution», Thomas Kautzsch, Harvard Business Review

Ao ler o artigo ocorreu-me uma entrevista do Público ao economista Félix Ribeiro, ex-director do departamento de Prospectiva do ministério da Economia, de há meia dúzia de anos onde disse entre outras coisas com grande ligeireza: «A Alemanha tem dois problemas. O primeiro é que é uma economia muito exportadora mas não é inovadora. Não há nada de novo que a Alemanha tenha criado nos últimos 50 anos.» Este e outros juízos de Félix Ribeiro foram na época desmistificados aqui no (Im)pertinências.

1 comentário:

Antonio Cristovao disse...

È uma tarefa mais árdua, que reduzir a divida, criar uma administração publica de competência idêntica a dum país bem governado como a Dinamarca. Holanda, Alemanha.As ultimas nomeações do dão sebastião Costa dissiparam uma aragem de esperança que se admitiu .