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Pensamento em curso: «Em Portugal, a liberdade é muito difícil, sobretudo porque não temos liberais. Temos libertinos, demagogos ou ultramontanos de todas as cores, mas pessoas que compreendam a dimensão profunda da liberdade já reparei que há muito poucas.» (António Alçada Baptista, em carta a Marcelo Caetano)

03/12/2013

SERVIÇO PÚBLICO: O princípio do princípio (26)

Continuação de (1), (2), (3), (4), (5), (6), (7), (8), (9), (10), (11), (12), (13), (14), (15), (16), (17), (18), (19), (20), (21), (22), (23), (24) e (25)

No Portugal Que Trabalha (PQT) continuam a surgir mais algumas boas notícias:
  • A taxa de desemprego está há oito meses a baixar e o número de desempregados voltou também a baixar em Outubro (Eurostat);
  • Com menos trabalhadores e menos 2.500 empresas do que em 2007 o sector têxtil está a exportar o mesmo valor. Como disse o Dr. Soares em 1984: «Não se fazem omoletas sem ovos. Evidentemente teremos de partir alguns»;
  • O indicador de clima económico e a confiança dos consumidores recuperaram em Novembro (INE);
  • Os animal spirits parecem dar sinais de vida, teria dito o querido John Maynard sempre vivo nas meninges esquerdizantes;
  • O consumo no sector alimentar está a recuperar;
  • O consumo de electricidade está a aumentar desde Julho e teve um crescimento homólogo em Novembro de 1,3% (este costuma ser um dos indicadores mais correlacionados com a recuperação da economia);
  • Este ano pode poderá ser o melhor ano de sempre das exportações (previsão que só me deixa preocupado por ter sido adoptada também pelo irrevogável Portas).
Multiplicam-se assim os sinais de que se pode estar num ponto de viragem da economia. São sinais tímidos? São sim senhor. O sinal menos tímido é o alvoroço da esquerdalhada a tentar incendiar o Portugal Que Se Queixa (PQSQ), intuindo talvez que o seu discurso pode estar a caminho do caixote do lixo da história, der Weg zu den Müllhaufen der Geschichte, teria dito o Karl Heinrich se ainda por cá se agitasse.

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