Our Self: Um blogue desalinhado, desconforme, herético e heterodoxo. Em suma, fora do baralho e (im)pertinente.
Lema: A verdade é como o azeite, precisa de um pouco de vinagre.
Pensamento em curso: «Em Portugal, a liberdade é muito difícil, sobretudo porque não temos liberais. Temos libertinos, demagogos ou ultramontanos de todas as cores, mas pessoas que compreendam a dimensão profunda da liberdade já reparei que há muito poucas.» (António Alçada Baptista, em carta a Marcelo Caetano)

15/10/2013

BREQUINGUE NIUZ: O camarada Arménio Carlos contesta a aplicação das leis do companheiro Vasco

A CGTP não aceita a legítima alteração pelo governo do trajecto programado na antigamente chamada Ponte Salazar e 25 de Abril depois do 25 de Abril, mais conhecida por Ponte sobre o Tejo.

N.º 1 do Artigo 6º do Decreto-Lei nº 406/74, de 29 de agosto

As autoridades poderão, se tal for indispensável ao bom ordenamento do trânsito de pessoas e de veículos nas vias públicas, alterar os trajectos programados ou determinar que os desfiles ou cortejos se façam só por uma das metades das faixas de rodagem.

Visto e aprovado em Conselho de Ministros, Vasco dos Santos Gonçalves, Manuel da Costa Brás, Francisco Salgado Zenha.

ADENDA: como aqui recorda e sugere JMF no Blasfémias, o camarada Arménio Carlos poderia fazer a manif atravessar o Tejo usando cacilheiros. Como teve de o fazer a manif esquerdista dos operários da Lisnave em 12-09-1974, a que o PCP se opôs e, por consequência, o governo do companheiro Vasco tentou impedir.

Sem comentários: