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09/10/2012

SERVIÇO PÚBLICO: Derrubando o mito da vulnerabilidade do Internet Explorer

Um dos mitos que circulam há anos na Web, em particular entre os geeks, freaks, a esquerdalhada e as luminárias internáuticas do politicamente correcto, é o da (muito) menor vulnerabilidade do software open source, em particular do sistema operativo Linux e dos seus add-ons, em relação ao software proprietário, nomeadamente as várias versões Windows da diabolizada Microsoft.

Escrevi o parágrafo anterior vai para 5 anos neste post mas poderia escrevê-lo hoje outra vez, mutatis mutandis, a propósito dos browsers. Neste caso o mito é a muito maior vulnerabilidade do Internet Explorer face ao Google Chrome e ao Apple Safari.

A NSS Labs, uma reputada empresa de segurança informática que presta serviços nesta área a 300 das empresas da Fortune 500, levou a cabo um teste aos 4 browsers mais usados com 3 milhões de amostras de software maligno real e publicou recentemente o seu relatório cujos resultados são sintetizados no diagrama seguinte.

Créditos: TechRepublic
Mais palavras para quê? Outro mito derrubado por KO.

NOTA: O que está em causa neste teste é a segurança e não a estabilidade. Por isso, o Chrome pode ser mais estável, como muitos dos seus utilizadores defendem. Se for, será, mas será certamente muito menos seguro.

2 comentários:

ngoncalves disse...

A segurança de um sistema informático não se mede pela qualidade de apenas um componente.

Nesse sentido é irrelevante quem um brownser seja mais ou menos eficiente a bloquear malware.

A solução open-source, é do ponto de vista da segurança, a unica viável porque é única que permite auditar de fio a pavio, todo o sistema.

Na práctica isto é irrelevante para 99,99% dos utilizadores, para quem o Windows e o IE funcionam (mais ou menos) bem.

O que os utilizadores devem de adoptar é "best practices" de segurança, independentemente do software que usam.

Anónimo disse...

Obrigada, já eliminei o Google Chrome do meu desktop.

tina