Our Self: Um blogue desalinhado, desconforme, herético e heterodoxo. Em suma, fora do baralho e (im)pertinente.
Lema: A verdade é como o azeite, precisa de um pouco de vinagre.
Pensamento em curso: «Em Portugal, a liberdade é muito difícil, sobretudo porque não temos liberais. Temos libertinos, demagogos ou ultramontanos
de todas as cores, mas pessoas que compreendam a dimensão profunda da liberdade já reparei que há muito poucas.
» (António Alçada Baptista)
The Second Coming: «The best lack all conviction, while the worst; Are full of passionate intensity» (W. B. Yeats)

26/05/2016

ACREDITE SE QUISER: O newspeak das etnias

«Barak Obama deu força de lei a uma alteração que obriga a apagar as referências a "Orientais" nas leis federais dos EUA. A terminologia aceite passa a ser "Ásio-Americanos". O termo "Negro" será também substituído pior "Afro-Americano" em duas partes do Código dos EUA escritas em 1976 e nas quais se usava uma linguagem considerada inadequada para se referir a grupos minoritários.» (Expresso)

E é assim que um chinês de Guangzong que emigre para os EU passará a ser um ásio-americano, tal como uma natural de Myanmar. Percebo. Afinal o autor da lei nasceu em Honolulu, filho de um queniano e de uma americana, só conheceu África na meia-idade e também se diz afro-americano.