Acontece que o homem de 28 anos demorou vários anos a completar a licenciatura em Literatura e preparava-se agora para abraçar uma nova experiência universitária — uma pós-graduação em cinema experimental. O pai disse “basta”. Era tempo de arranjar um emprego. Ao menos um part-time, pedia o progenitor, cujo nome não foi revelado por razões de confidencialidade. O tribunal não lhe daria razão. O juiz de Modena considerou que o curso de cinema experimental alimentava “as aspirações pessoais” do jovem adulto e que, portanto, os estudos deveriam continuar a ser suportados pelo pai.» (Observador)
Este é apenas mais um pequeno sinal da decadência de uma Europa decrépita, anestesiada pelo conforto, envelhecida e com os bárbaros às portas.