- 4 milhões hipertensos,
- 38% com reumatismo ou artrite,
- 15 a 20.000 com parkinsonismo,
- 130 mil homens com cancro na próstata,
- 200.000 fibromiálgicos,
- 1.200.000 com fadiga crónica (estimativa do Impertinências),
- 4.000 electricistas com doenças profissionais,
- 30.000 portugueses que sofrem dos intestinos,
- 14 milhões de dias de baixa por ano devido a problemas respiratórios,
- 15 a 20% da população com prurido, vermelhidão e lacrimejo na primavera,
- 4.000 (1 em cada 2.500 pessoas) que sofrem duma das mais de 40 doenças neuromusculares
- 1.500 crianças com doenças reumáticas de causa desconhecida,
- 44.000 dias de falta por doença (15 dias por ano e alma) dos funcionários da Judite,
- 1 em cada 4.000 recém nascidos que sofre de fibrose quística,
- mais de um mi1hão de mulheres (1 em cada 5) e cerca de 300.000 homens (1 em cada 15) que sofrem de varizes,
- 5% das mulheres que sofrem da síndrome dos ovários poliquísticos,
- meio milhão de portuguesas e portugueses que sofrem de apneia do sono,
- 1 em 200 que sofrem de epilepsia,
- 500.000 diabéticos.
Evidentemente que com a doença tão espalhada não espanta que os nossos médicos estejam sob grande pressão, apesar do seu número pletórico (426,1 por cem mil habitantes) ser o 5.º mais alto da Europa - ainda assim está abaixo da nossa posição no parque automóvel e na rede rodoviária -, mas não tão alto quanto o da Grécia que é o maior (628).
Não tendo mãos a medir com tanta doença, segundo um estudo da Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos, 40,5% dos médicos está em estado de burnout (exaustão emocional) principalmente entre os 26 e os 35 anos (as idades em que as meninges ainda estão tenrinhas). Teremos pois de adicionar à lista com o burnout dos médicos.