Our Self: Um blogue desalinhado, desconforme, herético e heterodoxo. Em suma, fora do baralho e (im)pertinente.
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Pensamento em curso: «Em Portugal, a liberdade é muito difícil, sobretudo porque não temos liberais. Temos libertinos, demagogos ou ultramontanos de todas as cores, mas pessoas que compreendam a dimensão profunda da liberdade já reparei que há muito poucas.» (António Alçada Baptista, em carta a Marcelo Caetano)

27/07/2016

ACREDITE SE QUISER: Mudam-se os tempos, permanecem as vontades, mudam-se as políticas

PCP 08-02-2014 / ionline 26-07-2016
Ainda os veremos a repor a Batalha da Produção?

3 comentários:

Anónimo disse...

Sou velho mas não me lembro (deve ser do Alois):
As imagens centrais eram o reverso dos bilhetes da Carris? E, de que anos?
Em criança, em adolescente e em jovem adulto, o bilhete mais caro era de 3$00.
Obrigado, em antecipação
eao

Impertinente disse...

Os bilhetes são da Carris do ano de 1975, depois do companheiro Vasco ter apelado à «Batalha da Produção» no célebre discurso do 1.º de Maio no Estádio com o mesmo nome. Nessa época o país já só conseguia pagar as importações com as reservas de divisas provenientes da «pesada herança do fascismo».
É um discurso histórico cujo vídeo pode ser visto no arquivo da RTP. (http://www.rtp.pt/arquivo/index.php?article=1627&tm=13&visual=4)
Dois anos depois estavam acabadas as divisas e Portugal pedia a assistência ao FMI.

Anónimo disse...

Obrigado! eao