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24/10/2011

Pro memoria (40) – mil Madeiras florescerão (II)

Há coisas assustadoramente fáceis de prever. Como a inevitabilidade do aparecimento de mais facturas não contabilizadas e dívida, avales, garantias não registadas em centenas ou milhares de hospitais, empresas públicas, institutos, fundações, organismos e outras criaturas públicas. Ao que parece, a dívida das empresas públicas tem virtualidades de aumentar 1,5 mil milhões com o custo dos coberturas do risco de crédito pela banca estrangeira poder ser convertido em dívida com o downgrade do rating.

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