Este post faz parte da série
De volta ao Covid-19. Colocando a ameaça em perspectiva e é continuação de "O que teria acontecido sem confinamento?"
(1),
(2),
(3) e
(4) onde se concluiu que os idosos têm uma letalidade muito mais elevada, os acolhidos em lares de idosos representam uma percentagem muito significativa do total de vítimas e os países que não adoptaram o confinamento generalizado e compulsivo tiveram mais óbitos (mas muitos menos do que vários dos países mais confinados) em contrapartida de mais imunidade que limitará os óbitos futuros. Por tudo isto, a única justificação aceitável para o confinamento seria evitar o colapso dos sistemas de saúde.
E, no
post anterior desta série também se concluiu que o sistema português de saúde nunca esteve perto da rotura e que existiu, mesmo durante o pico, um excesso de confinamento de que resultou um impacto desnecessariamente elevado na economia, sem que daí tivesse resultado uma diminuição dos óbitos.
Em revisão