A praga do politicamente correcto que contamina as universidades americanas continua em expansão por esse mundo. Leia-se aqui o ponto de situação do Telegraph nas universidades inglesas onde o politicamente correcto «está a assassinar a liberdade de expressão». Alguns exemplos da paranóia:
- Oxford está a considerar a remoção de uma estátua de um seu aluno e benfeitor célebre – Cecil Rhodes – instalada à entrada de um edifício cuja construção fora por ele paga;
- Professores de várias universidades referem ter sido intimidados online por estudantes que não concordam com os seus pontos de vista;
- Nos últimos meses estudantes de várias universidades opuseram-se a conferências por pessoas ou com temas que alguns consideraram ofensivos;
- Em Setembro a universidade East Anglia (a mesma onde há alguns anos foram detectados estudos sobre o aquecimento global com dados manipulados) proibiu estudantes de usarem sombreros oferecidos por um restaurante mexicano porque uma associação de estudos considerou que tal seria racista;
- A universidade de Oxford cancelou um debate sobre o aborto porque estudantes reclamaram que seriam ofendidos pela presença no painel de «uma pessoa sem útero» - homem, no seu patuá pc;
- Estudantes da universidade de Cardiff tentaram banir a feminista alemã Germaine Greer por ter escrito que um homem castrado não se comporta como uma mulher o que seria ofensivo para os transexuais.
Por falar em «pessoa sem útero», nova entrada para o Glossário das Impertinências:
Homem (pc)
Uma pessoa sem útero, segundo patetas politicamente correctos de Oxford
