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15/10/2015

De boas intenções está o inferno cheio (39) – A religião é a política por outros meios? (XII)

Holy smoke: the Vatican’s family rows

«Some of Pope Francis’s closest associates object to his ideas and methods and their discontent has been made embarrassingly public. A letter purportedly signed by 13 traditionalist cardinals, including Cardinal Gerhard Müller, the pope’s senior doctrinal adviser, and the heads of two other Vatican departments, has appeared on the website of an Italian magazine. It complained that the rules for an assembly of bishops currently discussing divisive family issues were “designed to facilitate predetermined results” (apparently code for the softer line Francis takes on homosexual, cohabiting and especially divorced Catholics). Four of the reported signatories have now dissociated themselves from the text. Another implied it was a draft, but confirmed the letter existed. Cardinal Müller likens the scandal to the leaking three years ago of Pope Benedict’s personal correspondence, which revealed shocking feuds and mismanagement. Arguably, this row, which goes to the heart of Francis’s reforming mission, is more serious.»

The Economist Espresso

Repare-se na expressão «Pope Francis’s closest associates» e no modo como estão a ser tratadas as diferenças doutrinárias e reconhece-se o padrão do fraccionismo partidário. Vamos ver como ficará a igreja católica depois de Francisco.

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