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13/10/2015

Pro memoria (270) - Costa, o devedor de promessas (14)

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Retrospectiva

Em Fevereiro de 2013 Costa assinou o documento «Portugal Primeiro» - o qual dois meses mais tarde seria aprovado pela Comissão Política e inspiraria a moção de estratégia aprovada no Congresso - e prometeu a Seguro que o cumpriria desistindo então da sua candidatura a secretário-geral.

No princípio do ano seguinte Costa borrifa-se para o documento que assinou e a moção de estratégia que aprovou renunciando ao seu mandato na câmara de Lisboa que quando foi eleito em 2013 prometera cumprir até ao fim.

Depois da eleições gregas no princípio do ano Costa apontou o Syriza como farol da Europa («a vitória do Syriza é um sinal de mudança que dá força para seguir a mesma linha») para pouco depois, ao ver o fiasco em que o governo de Tsipras se afundou, apelidar o Syriza de «tonto».

Já este ano Costa prometeu implicitamente apoiar Nóvoa como candidato para poucos meses depois o deixar escorregar pela borda.

Quando foram conhecidos os resultados das eleições de 4 de Outubro, Costa disse que a coligação que tinha mais deputados deveria devia formar governo para os dias seguintes procurar a todo o custo acordos com comunistas e berloquistas.

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