Our Self: Um blogue desalinhado, desconforme, herético e heterodoxo. Em suma, fora do baralho e (im)pertinente.
Lema: A verdade é como o azeite, precisa de um pouco de vinagre.
Pensamento em curso: «Em Portugal, a liberdade é muito difícil, sobretudo porque não temos liberais. Temos libertinos, demagogos ou ultramontanos de todas as cores, mas pessoas que compreendam a dimensão profunda da liberdade já reparei que há muito poucas.» (António Alçada Baptista, em carta a Marcelo Caetano)

12/10/2015

DIÁRIO DE BORDO: Muitos são chamados, mas poucos escolhidos


Algures no Brasil profundo, a ver frequentemente inúmeros trabalhadores a realizar tarefas que requereriam muito menos (por exemplo, esta manhã no hotel ao pequeno-almoço, que aqui chamam café da manhã, havia mais empregados do que clientes), dei comigo a pensar que os países do terceiro mundo, perdão, os países subdesenvolvidos, perdão, os países em vias de desenvolvimento, perdão, os países emergentes, constituem um paradigma das soluções propostas pelos keynesianos (que, desconfio, fariam Keynes revolver-se na tumba) para criar emprego e promover o crescimento.

1 comentário:

Antonio Cristovao disse...

Para que falar dos empregos no estado e autarquias, numa viagem ao Brasil?
Na minha rua estiveram uma tarde a fazer uma pequena vala , para ligar um tubo de agua, 15 almas muito coversadoras e com fatos muito vistosos de amarelo fosforescente... e uma escavdora que fez o trabalho!!