Our Self: Um blogue desalinhado, desconforme, herético e heterodoxo. Em suma, fora do baralho e (im)pertinente.
Lema: A verdade é como o azeite, precisa de um pouco de vinagre.
Pensamento em curso: «Em Portugal, a liberdade é muito difícil, sobretudo porque não temos liberais. Temos libertinos, demagogos ou ultramontanos de todas as cores, mas pessoas que compreendam a dimensão profunda da liberdade já reparei que há muito poucas.» (António Alçada Baptista, em carta a Marcelo Caetano)

29/10/2015

Mitos (213) – A crise agravou as desigualdades, teve efeitos mais graves em Portugal e os pobres foram os mais afectados e entre eles os idosos (IV)

Continuação de (I) e (II) e (III).

Lembram-se da lengalenga que tivemos de ler e ouvir durante 3 anos de 2011 a 2014 da pena e da boca do jornalismo de causas e dos opinion dealers?

Nos posts anteriores essa lengalenga está exaustivamente desmistificada. Acrescentam-se agora os dados do estudo do BCE «The new Household Sector Report» que mostram que a perda líquida de riqueza das famílias durante a crise foi em Portugal relativamente mitigada e confirmam o despautério de a crise ter tido efeitos mais graves em Portugal.


Confirme-se no diagrama anterior (adaptado do diapositivo 15 do estudo) como fomos muito menos atingidos do que os mais castigados: Irlanda, Grécia, Espanha e Chipre.

Sem comentários: