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05/09/2015

Pro memoria (256) – Costa, o devedor de promessas (3)

[Continuação de (1) e (2)]

Uma promessa fresquinha atacada à esquerda (por pressupor que os «refugiados» iriam trabalhar) e à direita (por pressupor que seria o Estado a dar-lhes emprego):

«Refugiados a limpar florestas? Costa acredita que seria uma “grande oportunidade”» (03-09-2015)

Continuação da repescagem de promessas porventura já esquecidas, a maioria delas tornadas públicas com a apresentação do programa do PS em 20-05 o que gerou uma pororoca mediática:

«António Costa rejeita as recomendações do Fundo Monetário Internacional (FMI) e promete fazer uma "política contrária"» (18-05-2015)

«O secretário-geral do PS assumiu hoje o compromisso de não privatizar setores estratégicos, classificados como bens de primeira necessidade, e defendeu o reforço da regulação das instituições financeiras.» (20-05-2015)  É uma promessa supérflua porque todos os bens de primeira necessidade são de produção privada, mas Costa ainda não teve tempo de perceber.

«PS admite suspender prova de avaliação dos professores». (20-05-2015)

«O PS quer aumentar para 600 euros, contra os 500 euros previstos, o apoio por pequeno agricultor. E quer, ainda, aumentar em 50% os pagamentos por hectare dos primeiros cinco hectares» (20-05-2015)

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