Our Self: Um blogue desalinhado, desconforme, herético e heterodoxo. Em suma, fora do baralho e (im)pertinente.
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Pensamento em curso: «Em Portugal, a liberdade é muito difícil, sobretudo porque não temos liberais. Temos libertinos, demagogos ou ultramontanos de todas as cores, mas pessoas que compreendam a dimensão profunda da liberdade já reparei que há muito poucas.» (António Alçada Baptista, em carta a Marcelo Caetano)

25/09/2016

SERVIÇO PÚBLICO: o défice de memória (18)

Por razões que não será preciso explicar aos leitores atentos, vou retomar esta série de posts iniciada em Novembro de 2009, nos tempos do saudoso par José Sócrates-Teixeira dos Santos, com as metas e previsões do défices do OE 2016. Aqui ficam os links para uma retrospectiva: (1 em 05-11-2009), (2 em 26-11-2009), (3 em 27-01-2010), (4 em 01-02-2010), (5 em 17-05-2010), (6 em 28-10-2010), (7 em 09-01-2011), (8 em 31-03-2011), (9 em 24-04-2011), (10 em 26-04-2011), (11 em 30-04-2011), (12 em 04-07-2011), (13 - 03-10-2011), (14 em 29-11-2012), (15 em 13-11-2015), (16 em 11-02-2016) e (17 em 12-02-2016).

Síntese até 20-06-2016


26-07-2016 - «o défice orçamental ajustado da sazonalidade do primeiro trimestre de 2016  (...) o défice português foi de 0,8% do PIB, metade da média da zona euro que foi de 1,6%».

25-08-2016 - «a recapitalização da Caixa Geral de Depósitos (CGD) é “uma boa solução” e que “não atinge défice nenhum”» (António Costa)

31-08-2016 - «O défice de 2016 ficará “confortavelmente abaixo de 2,5%”» (António Costa)

01-09-2016 - «Pela primeira vez nesta década a meta orçamental do défice para 2016 será cumprida» (Ana Catarina Mendes)

20-09-2016 - «O secretário de Estado Adjunto do Tesouro das Finanças, Ricardo Mourinho Félix, admitiu esta terça-feira que o gabinete europeu de estatística, Eurostat, venha a considerar a injeção de capital público na Caixa Geral de Depósitos (CGD) no défice deste ano»

23-09-2016 - «Mário Centeno afirmou hoje que a execução orçamental de 2016 está “no bom caminho”, havendo uma “redução muito significativa” do défice face ao ano anterior, o que constitui um fator de credibilidade da economia portuguesa (...) após o Instituto Nacional de Estatística (INE) ter estimado que no primeiro semestre deste ano o défice das administrações públicas foi de 2,8% do Produto Interno Bruto (PIB) – uma diminuição face aos 4,6% registados no período homólogo.»

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