«Os jovens do Daesh não são muito diferentes dos recrutas da Legião Estrangeira», disse, segundo o Expresso Diário, «António Dias Farinha, provavelmente o académico português mais conhecedor da História e Cultura dos países muçulmanos, dirige o Instituto de Estudos Árabes e Islâmicos da Universidade de Lisboa».
E eu a imaginar que dos 600 mil (até 1963) soldados que passaram pela Legião Estrangeira a maioria eram alemães, seguidos dos italianos, franceses, espanhóis e suíços e mais recentemente nacionais da Europa de Leste e dos Balcãs, na sua maioria gente a querer mudar de vida e apagar um passado (por vezes criminoso), e que no meio dessa multidão deveriam contar-se pelos dedos os muçulmanos e, entre eles, um jihadista deveria ser mais difícil de encontrar do que uma agulha num palheiro. Mas é claro que tenho de me vergar perante a autoridade do «académico português mais conhecedor da História e Cultura dos países muçulmanos».
Our Self: Um blogue desalinhado, desconforme, herético e heterodoxo. Em suma, fora do baralho e (im)pertinente.
Lema: A verdade é como o azeite, precisa de um pouco de vinagre.
Pensamento em curso: «Em Portugal, a liberdade é muito difícil, sobretudo porque não temos liberais. Temos libertinos, demagogos ou ultramontanos
de todas as cores, mas pessoas que compreendam a dimensão profunda da liberdade já reparei que há muito poucas.» (António Alçada Baptista)
The Second Coming: «The best lack all conviction, while the worst; Are full of passionate intensity» (W. B. Yeats)
Lema: A verdade é como o azeite, precisa de um pouco de vinagre.
Pensamento em curso: «Em Portugal, a liberdade é muito difícil, sobretudo porque não temos liberais. Temos libertinos, demagogos ou ultramontanos
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