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05/01/2013

CAMINHO PARA A INSOLVÊNCIA: Da próxima vez não será diferente

Se tudo corresse bem, e não vai correr porque nunca corre, e se tivermos juízo, que não teremos porque nunca tivemos, lá para 2025 poderíamos sair da tutela, ter outra vez um governo «solidário» e iniciar um novo ciclo de endividamento baseado no princípio enunciado por Reinhart e Rogoff «desta vez é diferente». Quem parece ter percebido melhor do que a direcção do PS a dimensão dos nossos problemas é Ferro Rodrigues ao aconselhar o PS a não ter pressa em governar. Pudera!

O caminho para a insolvência é um atalho no caminho para a servidão
O calendário do Expresso mostra a situação em meados de Dezembro de 2012. A acrescer a estas amortizações há evidentemente as correspondentes à inevitável nova dívida e em cima de tudo é preciso somar os juros. Juros que até Setembro do ano passado já correspondem a cerca de 80% do défice orçamental ou 5,6% do PIB dos 3 primeiros trimestes.

1 comentário:

tina disse...

Nessa altura, o défice será controlado pela UE sob pena de pesadas multas se não for cumprido.