Our Self: Um blogue desalinhado, desconforme, herético e heterodoxo. Em suma, fora do baralho e (im)pertinente.
Lema: A verdade é como o azeite, precisa de um pouco de vinagre.
Pensamento em curso: «Em Portugal, a liberdade é muito difícil, sobretudo porque não temos liberais. Temos libertinos, demagogos ou ultramontanos de todas as cores, mas pessoas que compreendam a dimensão profunda da liberdade já reparei que há muito poucas.» (António Alçada Baptista, em carta a Marcelo Caetano)

24/04/2015

Pro memoria (231) – TAP, uma máquina de destruição de valor (2)

Continuação de (1)

Completando esta radiografia com mais quatro indicadores a miséria da operação da companhia de «bandeira» e das suas «caravelas» fica tão patente que não precisa de explicação.


O que precisa de explicação são as políticas erradas, o poder dos lóbis tapistas e a negligência e incompetência de 6 (seis) governos provisórios e de 19 (dezanove) constitucionais.

1 comentário:

Antonio Cristovao disse...

Para que uma empresa jornalistica pudesse oferecer(dado) um jornal a cada passageiro da executiva da TAP era necessario renegociar o contrato de trabalho, o que era impraticavel pois demorava meses até se chegar a um possivel concenso.
Culpar as administrações disto não é ser objectivo.