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28/01/2015

A maldição dos recursos naturais, o socialismo fantástico ou de como maus governos fazem de um país do futuro um país do passado (II)


Who shot him? Scandal in Argentina 

If Cristina Fernández de Kirchner, Argentina’s president, hoped to neutralise the scandal preoccupying her country, she must be disappointed. On Monday - eight days after Alberto Nisman, a muckraking prosecutor, was mysteriously found dead in his bathroom—Ms Fernández pledged to disband Argentina’s intelligence agency. That overdue reform will be debated in Congress soon; but even some who welcome it say Ms Fernández is trying to distract attention from Mr Nisman’s death. He perished soon after accusing her and others of meddling in the inquiry into Argentina’s worst terror attack, the blast at a Jewish community centre in 1994 that killed 86 people; Jewish leaders will today be consulted over who should take over the investigation. After initially pushing the hypothesis that Mr Nisman's shooting was a suicide, Ms Fernández’s team now maintains that he was murdered by rogue security agents. Many Argentines are unconvinced. They still want answers—not least from her. 
(The Economist Espresso de hoje)

Entretanto, Damian Pachter, o jornalista de dupla nacionalidade que noticiou a morte de Alberto Nisman, fugiu para Israel por sentir a sua segurança ameaçada.

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