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11/05/2014

DEIXAR DE DAR GRAXA PARA MUDAR DE VIDA: O requentado gosto pelo eufemismo na linguagem e pelo nacional-graxismo dos políticos portugueses

O presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem, fez o favor de alertar os avestruzes dos políticos portugueses a propósito da tão celebrada «saída limpa» de que «se correr mal, esqueçam o cautelar, terão de pedir outro programa».

Para Santana Lopes, um paradigma do melhor e do pior que tem para nos oferecer o PSD, as palavras de Dijsselbloem são «esdrúxulas» e «infelizes». Eu diria mesmo mais, as palavras de Lopes são, por seu turno, paroxítonas ou graves e um exemplo de falta de coragem e do graxismo endémico dos nossos políticos.

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