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06/12/2012

Os crimes de traição à Pátria ocorrem em Lisboa, despachou ela

Um grupo de cidadãos organizados no movimento cívico Revolução Branca apresentou no Departamento de Investigação e Acção Penal do Porto em 11 de Julho uma «participação crime requerendo Procedimento Criminal contra aqueles que foram titulares de Cargos Políticos com capacidade de Decisão. Poder Soberano ou Executivo entre 1998 e 17 de Maio de 2011, visando apurar a responsabilidade dos mesmos no estado de perda de soberania e independência a que Portugal chegou, devendo aqueles que comprovadamente tiverem responsabilidades em tal situação ser acusados pela prática do Crime de Traição à Pátria.»

No final de Setembro, uma magistrada do DIAP Porto «excepcionou a incompetência territorial do DIAP do Porto e ordenou transmissão dos autos à comarca de Lisboa … (visto que), a ter sucedido, um eventual crime deste género ocorreria em Lisboa, que é onde os governantes têm o seu local de trabalho».

1 comentário:

andrade da silva disse...

tem a sua piada e de facto a violação do conceito estratégico de defesa nacional pode configurar esse crime, com as privatizações e estas passam-se em, Lisboa. tem piada.
andrade da silva