Outros posts sobre a religião como a política por outros meios.
Aviso: como qualquer frequentador regular do (Im)pertinência já terá tido oportunidade de constatar, não sou fã do papa Francisco. Aquele aroma a teologia da libertação (ou teologia da submissão ao totalitarismo) faz-me tonturas, a mim que sou um agnóstico e adepto de a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.
Segundo o Guardian, o papa Francisco concedeu ontem uma audiência privada de 57 (cinquenta e sete) minutos ao presidente francês Macron que incluiu dois beijinhos. A audiência, sublinha o jornal, durou o dobro da concedida a Donald Trump que, supõe-se, não incluiu beijinhos.
No seu lugar, caro leitor, não teria a certeza se foi o papa que encurtou a duração da audiência ao Donaldo (que se declara presbiteriano).
Our Self: Um blogue desalinhado, desconforme, herético e heterodoxo. Em suma, fora do baralho e (im)pertinente.
Lema: A verdade é como o azeite, precisa de um pouco de vinagre.
Pensamento em curso: «Em Portugal, a liberdade é muito difícil, sobretudo porque não temos liberais. Temos libertinos, demagogos ou ultramontanos
de todas as cores, mas pessoas que compreendam a dimensão profunda da liberdade já reparei que há muito poucas.» (António Alçada Baptista)
The Second Coming: «The best lack all conviction, while the worst; Are full of passionate intensity» (W. B. Yeats)
Lema: A verdade é como o azeite, precisa de um pouco de vinagre.
Pensamento em curso: «Em Portugal, a liberdade é muito difícil, sobretudo porque não temos liberais. Temos libertinos, demagogos ou ultramontanos
de todas as cores, mas pessoas que compreendam a dimensão profunda da liberdade já reparei que há muito poucas.» (António Alçada Baptista)
The Second Coming: «The best lack all conviction, while the worst; Are full of passionate intensity» (W. B. Yeats)