Our Self: Um blogue desalinhado, desconforme, herético e heterodoxo. Em suma, fora do baralho e (im)pertinente.
Lema: A verdade é como o azeite, precisa de um pouco de vinagre.
Pensamento em curso: «Em Portugal, a liberdade é muito difícil, sobretudo porque não temos liberais. Temos libertinos, demagogos ou ultramontanos
de todas as cores, mas pessoas que compreendam a dimensão profunda da liberdade já reparei que há muito poucas.
» (António Alçada Baptista)
The Second Coming: «The best lack all conviction, while the worst; Are full of passionate intensity» (W. B. Yeats)

24/04/2014

OFERTA aos infelizes premiados nos sorteios das facturas (2.ª VIA)

Agora que se sabe terem sido emitidas mais 18% ou 109 milhões de facturas nos dois primeiros meses do ano em relação ao passado, venho lembrar a minha oferta do dia 3 de Abril para ajudar um premiado com um Audi 6 a libertar-se das maçadas e chatices que o governo lhe quer impor.


Aproveito para pedir três esclarecimentos a quem possa fazer-me luz:
  1. Correspondendo estes 109 milhões de facturas a uma redução da evasão fiscal, o sorteio que putativamente lhes deu origem é positivo ou negativo para manter a flutuar o nosso querido Estado Social?
  2. Sendo voluntária a indicação do NIF, podem os casos em que contribuintes o informam ser considerados uma intrusão na vida privada das pessoas, tipo escutas da NSA?
  3. E as informações obtidas a partir de compras de mercearias, cafés et cetera podem ser consideradas mais privadas do que o estendal que muitos contribuintes fazem das suas vidinhas nas redes sociais?