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08/11/2010

CASE STUDY: Filho de peixe, peixinho é

Se é um facto estabelecido que a personalidade resulta da interacção do património genético e do ambiente (incluindo o ambiente uterino!) seria inconcebível que orientação sexual não fosse ela também resultante dessa interacção e, sendo-o, seria igualmente inconcebível que a orientação sexual dos pais adoptivos não influenciasse a orientação sexual dos filhos adoptivos. Inconcebível mas não impossível de ser adoptado como axioma pelos movimentos LBGT para conseguirem fazer passar a tese da adopção por casais homossexuais.

E no entanto, a investigação parece confirmar a simples dedução a partir dos mecanismos de formação da personalidade. Por exemplo este estudo (cheguei lá via blogue perspectivas) conclui que a probabilidade de crianças educadas por pais homossexuais serem também elas homossexuais é muito maior do que no caso de crianças educadas por heterossexuais, reduzindo esta tese homo a mais um axioma politicamente correcto – neste caso uma espécie de inversão dos postulados do biólogo oficial de Estaline Trofim Lysenko, mas igualmente no mesmo domínio da ciência de causas. Axioma muito conveniente para tentar justificar a aceitação da normalidade da homossexualidade e do casal homo e, talvez principalmente, para garantir a multiplicação da comunidade gay e o abastecimento de parceiros sexuais.

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