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| Entrevista do SOL a Costa em 22-08-2015 |
Continue a ler «A padeira de Aljubarrota das finanças públicas», João Miguel Tavares no Público
Também me custa a acreditar mas compreendo. Como aqui escrevi, uma das consequências positivas da liderança de Passos Coelho foi o contributo possivelmente involuntário para a clivagem entre uma visão socializante, que abrange com diversas nuances desde o Bloco de Esquerda até ao CDS, passando pelo PS e pelo PSD, e uma visão liberalizante (em rigor, deveria escrever menos socializante) que inclui parte do PSD e algumas pessoas do PS e do CDS. Desfaz-se assim parte dos equívocos e da opacidade doutrinária e fica claríssimo que Freitas do Amaral, Basílio Horta, Adriano Moreira, entre outros do CDS, por um lado, Manuela Ferreira Leite, António Capucho, e, à sua maneira narcisista, Marcelo Rebelo de Sousa, entre muitos outros, são compagnons de route do socialismo.
