(*) Curiosamente, a luta contra a misandria - ódio, aversão ou desprezo pelo homens - que não faz nem nunca fará parte da lista, et pour cause, está a caminho de se tornar uma causa popular. Esta nova causa foi inaugurada este mês por Alice Coffin, jornalista e militante lésbica, eleita para o Conseil de Paris - o equivalente à nossa Assembleia Municipal - que publicou o panfleto Le Génie lesbien onde defende que as mulheres devem banir os homens das suas mentes e das suas vidas e, em particular, não devem ler, assistir ou ouvir obras criadas por homens.
Our Self: Um blogue desalinhado, desconforme, herético e heterodoxo. Em suma, fora do baralho e (im)pertinente.
Lema: A verdade é como o azeite, precisa de um pouco de vinagre.
Pensamento em curso: «Em Portugal, a liberdade é muito difícil, sobretudo porque não temos liberais. Temos libertinos, demagogos ou ultramontanos
de todas as cores, mas pessoas que compreendam a dimensão profunda da liberdade já reparei que há muito poucas.» (António Alçada Baptista)
The Second Coming: «The best lack all conviction, while the worst; Are full of passionate intensity» (W. B. Yeats)
Lema: A verdade é como o azeite, precisa de um pouco de vinagre.
Pensamento em curso: «Em Portugal, a liberdade é muito difícil, sobretudo porque não temos liberais. Temos libertinos, demagogos ou ultramontanos
de todas as cores, mas pessoas que compreendam a dimensão profunda da liberdade já reparei que há muito poucas.» (António Alçada Baptista)
The Second Coming: «The best lack all conviction, while the worst; Are full of passionate intensity» (W. B. Yeats)
27/10/2020
Normalfobia, uma causa implícita no áctivismo
À pala do combate à homofobia, à islamofobia, ao rácismo, à misoginia (*) e a toda a crescente lista de causas inventadas pelos áctivismos, foi sub-repticiamente acrescentada a promoção da normalfobia. O objecto da normalfobia são as criaturas estatisticamente "normais" no sentido gaussiano nos países com democracias mais ou menos liberais que toleram áctivismos que seriam simplesmente proibidos pelos regimes que esses áctivistas na melhor hipótese toleram ou, mais frequentemente, veneram e promovem.
Etiquetas:
áctivismo,
dissonância cognitiva