Depois da trovoada seca, do
downburst, da seca, do aquecimento global retornaram à velha lengalenga. De onde podemos concluir que as mãos criminosas estão quase todas a norte do Tejo e a lenda do bom povo que aí habita esconde resmas de pirómanos.
Se o leitor tiver a pachorra indispensável e interesse em ver a coisa a uma luz diferente das lengalengas mediáticas e das narrativas branqueadoras de responsabilidades, pode ler alguns da dúzia de posts que o (Im)pertinências dedicou em mais de 10 anos a este tema -
por exemplo este.