Our Self: Um blogue desalinhado, desconforme, herético e heterodoxo. Em suma, fora do baralho e (im)pertinente.
Lema: A verdade é como o azeite, precisa de um pouco de vinagre.
Pensamento em curso: «Em Portugal, a liberdade é muito difícil, sobretudo porque não temos liberais. Temos libertinos, demagogos ou ultramontanos de todas as cores, mas pessoas que compreendam a dimensão profunda da liberdade já reparei que há muito poucas.» (António Alçada Baptista, em carta a Marcelo Caetano)

13/01/2017

A defesa dos centros de decisão nacional (19) - Unintended consequences (VI)

[Continuação de (1), (2), (3), (4), (5), (6), (7),  (8), (9), (10), (11), (12), (13), (14), (15), (16), (17) e (18)]

Ainda a propósito de várias coisas do domínio do óbvio ululante referidas no post anterior, veja-se no diagrama seguinte o resultado do crescente endividamento e descapitalização das empresas traduzido na posição do controlo accionista estrangeiro nas 500 Maiores e Melhores Empresas (fonte Expresso) sempre superior a 40% em qualquer dos três indicadores.


Enquanto isso, resmas de empresários, de gestores, de políticos, de opinion dealers e de outras luminárias patrióticas escreviam e assinavam manifestos e incendiavam os mídia e os congressos na defesa dos centros de decisão nacional. Alguns dos empresários mais incendiados venderam pouco depois de se incendiarem as suas participações a estrangeiros.

Sem comentários: