Our Self: Um blogue desalinhado, desconforme, herético e heterodoxo. Em suma, fora do baralho e (im)pertinente.
Lema: A verdade é como o azeite, precisa de um pouco de vinagre.
Pensamento em curso: «Em Portugal, a liberdade é muito difícil, sobretudo porque não temos liberais. Temos libertinos, demagogos ou ultramontanos de todas as cores, mas pessoas que compreendam a dimensão profunda da liberdade já reparei que há muito poucas.» (António Alçada Baptista, em carta a Marcelo Caetano)

19/05/2005

CASE STUDY: alguém haveria de o dizer

«O Estado, que ainda tem em Portugal uma dimensão napoleónico-estalinista, continua altamente burocratizado (...) A mera mudança de nome para Y Dreams demorou um ano».
(dito por António Câmara da Y Dreams e lido nesta blasfémia de RAF)

Nova entrada urgente para o Glossário das Impertinências (antes que os blasfemos pendurem este estado num prego na «Galeria Blasfema»):

Estado napoleónico-estalinista
Um estado omnipotente e omnipresente que oprime uma nação colectivista da ÓRÓPA que mantém com ele uma relação de amor-ódio. Um estado governado por ELES. Um estado que alimenta uma VACA MARSUPIAL PÚBLICA. Em poucas palavras: um estado em que «a mera mudança de nome para Y Dreams demorou um ano» (António Câmara).

Sem comentários: