Our Self: Um blogue desalinhado, desconforme, herético e heterodoxo. Em suma, fora do baralho e (im)pertinente.
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» (António Alçada Baptista)
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24/09/2019

De Rosa a Greta, a longa marcha de um século de infantilização da esquerdalhada

De Rosa Luxemburgo (1871-1919) a Greta Thunberg (2003), cem anos de infantilização
Rosa Luxemburgo, filósofa, economista e revolucionária polaco-alemã, pertencente à tendência do SPD de que resultou o Partido Comunista Alemão, fundadora da Spartakusbund (Liga Espartaquista) e do jornal Die Rote Fahne, assassinada há cem anos após o falhanço da insurreição espartaquista, durante décadas admirada pela esquerdalhada e hoje praticamente esquecida.

Greta Thunberg, uma adolescente sueca com o síndrome de Asperger, por ela considerado um superpoder, tornada conhecida por se ter manifestado à porta do parlamento sueco, viajou até Nova Iorque num iate de celebridades (para poupar nas emissões...), inspiradora de greves escolares para defender o ambiente, cultivada por uma legião de celebridades e políticos sem ideias e sem espinha que se deixam insultar por uma grafonola que falta às aulas para lhes debitar sound bites.

Há um pouco mais de cem anos,Vladimir Ilyich Ulyan, mais conhecido por Lenine, publicou o opúsculo célebre «Esquerdismo, Doença Infantil do Comunismo». Hoje Lenine poderia escrever um outro opúsculo: «Infantilismo da esquerdalhada, doença senil do comunismo».