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25/09/2014

ACREDITE SE QUISER: A alface, o magala e «o piropo como violência de género» (outra vez)

Há cerca de um ano, inaugurei a série «ACREDITE SE QUISER» com o post que reganhou actualidade um ano depois, quando o mesmo BE trouxe o mesmo piropo para o mesmo debate no mesmo parlamento. Não havendo nada para mudar, aqui vai o mesmo post.

«Militantes do BE discutem fim do piropo nas ruas do país»

«O debate vai acontecer no sábado às 10h30, mas num artigo online no esquerda.net as duas militantes avançam as linhas gerais. Para Adriana Lopera e Elsa Almeida, "o homem é ensinado desde pequeno a ser sujeito sexual, a ter desejo, prazer, orgasmo e a falar disto abertamente fazendo alegoria dos seus dotes de engate e não só" e "pelo contrário à mulher é reservada apenas a possibilidade de ser objecto sexual".» (ionline)

Há uns bons anos, uma charmosa amiga contou-me ter achado piada e sido bom para o seu ego a abordagem de um magala inspirado no seu belo vestido verde que lhe disse num tom galhofeiro: «gostava muito de ser um coelhinho para petiscar essa alface». Na minha modesta opinião, a batalha dessas militantes do sexo assexuado é inútil por ser improvável algum magala ver nelas um «objecto sexual» e impossível ver uma alface.

1 comentário:

Anónimo disse...

Graças a Deus haverá sempre homens com sensibilidade e graça. Graça que nunca tive e que invejo (sempre invejamos o que não temos).
O piropo da alface glorifica qualquer mulher.
Por haver tipos e tipas esquisitos/as, é que estamos encalhados no espaço e no tempo.
Abraço do eao