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30/09/2014

Pro memoria (196) – Não se pode confiar na integridade de Passos Coelho nem se deve confiar na competência de José Sócrates e dos seus acólitos

Este post é uma actualização do Pro memoria (195) onde corrigi o Pro memoria (194). No primeiro post recordei ter inferido há 3 anos da notória competência do socratismo para esgravatar a vida dos adversários inimigos que a ausência de acusações a Passos Coelho no frente a frente das eleições de 2011 significaria a ausência de roupa suja no armário do actual primeiro-ministro. No segundo assumi o provável erro no meu juízo de valor ao considerar a perversidade sem limites do gangue socrático e a sua falta de escrúpulos como uma condição suficiente para o maquiavelismo competente e bem-sucedido.

Agora é a vez de assumir a confirmação do meu erro quanto à ausência de roupa suja de Passos Coelho, que agora se percebe no mínimo com algumas nódoas (ver este Explicador do Observador).

Já quanto à competência do gangue socrático, posta em causa no segundo post, venho agora corrigir a provável explicação para a aparente incapacidade de expor o estado de higiene do underware de Passos Coelho que não estará na incompetência do gangue mas na inconveniência. Ora recorde-se a seguinte notícia do Público de há 6 anos:


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