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10/03/2020

SERVIÇO PÚBLICO: "A coisa mais perigosa sobre o coronavírus é a histeria" (continuação)

Há quase um mês, publicámos o gráfico seguinte representando vários cenários da evolução típica de uma epidemia com os dados então conhecidos do Covid-19 que se circunscreviam nessa altura praticamente só à China. Duas semanas depois, com o mesmo propósito de mostrar a dimensão da ameaça e evitar a histeria, citámos o artigo de Ross Clark na Spectator.

A ray of hope in the coronavirus curve
Publicamos agora um diagrama com a evolução actualizada da evolução dos novos casos na China e fora dela. Ao diagrama de barras sobrepusemos a olhómetro duas curvas com o perfil aproximado das curvas teóricas do gráfico anterior.
Expresso
O que podemos concluir? Que quando não se faz uma caldeirada misturando dados totais com novos casos, mortos com infectados, China, onde a epidemia começou, com o resto do mundo, tudo fica mais claro e se confirma que a coisa mais perigosa sobre o coronavírus é mesmo a histeria. Do ponto de vista da saúde pública, evidentemente, porque se falamos dos impactos económicos da epidemia aí canta outro galo.