Pensei escrever sobre o tema do título, mas já estava escrito pela Helena Matos no Observador:
«Paulo Rangel acredita que é possível ir para eleições com um discurso de contraponto a este estado de coisas? Ou intui que a sua hora poderá chegar quando e se a inflação e novas políticas do BCE levem a Bruxelas a seguir o exemplo de Biden e concluir que não se pode continuar a espatifar o dinheiro dos contribuintes em países cujos governos e élites não cumprem o seu papel?
No gesto de Paulo Rangel vê-se a determinação de quem se quer desembaraçar de escolhos para não ser apanhado em falso. Mas, para usar a irritante linguagem destes tempos, da orientação sexual de Paulo Rangel já sabemos. O que falta (e acredite que isso é realmente importante) é saber qual é a sua orientação política.»