Our Self: Um blogue desalinhado, desconforme, herético e heterodoxo. Em suma, fora do baralho e (im)pertinente.
Lema: A verdade é como o azeite, precisa de um pouco de vinagre.
Pensamento em curso: «Em Portugal, a liberdade é muito difícil, sobretudo porque não temos liberais. Temos libertinos, demagogos ou ultramontanos de todas as cores, mas pessoas que compreendam a dimensão profunda da liberdade já reparei que há muito poucas.» (António Alçada Baptista, em carta a Marcelo Caetano)

17/11/2017

DIÁRIO DE BORDO: E o Assange? E o Bill?

A lista de acusados de assédio sexual cresce todos dias. O último de que tenho conhecimento é o senador Al Franken que segundo o NYT foi acusado de beijar e apalpar uma apresentadora há 11 anos.

Desta vez é um senador democrata, haja Deus! O que me leva a completar a pergunta e o Assange? ainda falta muito? com e o Bill? Tudo porque Henrique Raposo, um rapaz sensível que também repudia a doutrina Somoza, se perguntava «já podemos destituir Bill Clinton?», recordando o vasto currículo do ex-presidente americano que culminou com o caso Monica Lewinsky, encerrado com a complacência das feministas democratas com um «I did not have sexual relations with that woman», dito com a argúcia de um advogado no distinguo entre coitus e fellatio e a linguagem corporal de um mentiroso consumado.

2 comentários:

Anónimo disse...

Se a moda chegar cá... não vão faltar por aí petições a apontar o dedo a antónio costa, o merdas, que nos anda a f.... há mais de 2 anos.

alcaide alfama

Anónimo disse...

1. Lá o Bill na sua quinta, mai'la esposa que não sofre de cefaleias pela certa; está quase a ser esmifrado com indeminizações pelas pêgas do regime (dele).
Barbara Bush: Clinton lied. A man might forget where he parks or where he lives, but he never forgets oral sex, no matter how bad it is.

2. Assédios. Toda a gente os faz. E só se queixa quem quer 'uns trocos' para a velhice.